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Foo Fighters Revela os Planos para 2017

Enquanto o Foo Fighters já confirmou uma turnê européia de verão, para 2017, a banda também já revelou que eles estarão se apresentando na Baía da Califórnia. Por enquanto a banda não confirmou exatamente quando será o show, porém, o festival Lands Festival acontece de 11 a 13 de agosto no Golden Gate Park, em San Francisco. O Bottle Rock Festival, em Napa Valley também se encaixam no local. Quem sabe?

O baterista do Foo Fighters, Taylor Hawkins, revelou isso em uma entrevista, na casa de Drake.

“Eu moro no mesmo bairro que Drake, e eu passei em uma de suas festas. Eu fui para a casa e ele estava com toda a segurança, dizendo: “O que você faz por aqui?” Eu disse: “Eu sou o vizinho de Drake, eu nunca o conheci, mas você pode dizer a ele que o baterista da Foo Fighters quer dizer “oi” e veio para a sua festa? “Ele escoltou-me e fez a Mansão Playboy parecer Kiddyland. Drake estava dançando, eu o conheci e ele disse: “Cara, eu tenho visto os Foos desde que eu era criança.” Eu pensei: ‘Oh cara, estou velho!’ “

Falou também sobre vida após a morte.“Eu seria o baterista, é claro. Eu teria Freddie Mercury, o maior cantor de rock’n’roll de todos os tempos. Eu teria Chris Squire [Sim] tocando baixo – ele era o melhor, e seria divertido ter ele ao lado. Então eu teria [David Bowie axeman] Mick Ronson na guitarra. Oh Deus, isso seria incrível. “

Ele também foi perguntado se os fãs do Foo Fighters já transformaram a banda em ícones pop como os Beatles.

“Somente na América do Sul são assim. Mas você se sente muito especial sobre isso. Você tem pessoas batendo nas janelas do carro e você se sente como os The Beatles.

Dio: o vocalista “mais bem treinado”, segundo Rudy Sarzo

O baixista Rudy Sarzo revelou que Ronnie James Dio foi o vocalista mais bem treinado com quem ele já tocou. A declaração foi dada em entrevista ao podcast Cover Your Ears.

“Ronnie foi o vocalista mais bem treinado musicalmente com quem já trabalhei, porque ele começou como um trompetista. Ele queria ser um trompetista profissional no início da década de 60. Então, começou a tocar rock. Mas ele excursionou como trompetista, na caravana de Dick Clarke, com Dionne Warwick e Gene Pitney. Então, se tornou baixista no Elf. Teve Ronnie And The Propets. Mas sempre foi um músico. Só depois se tornou um vocalista”, afirmou Sarzo.

Rudy Sarzo elogiou, também, a habilidade de Ronnie James Dio em escrever letras de músicas. “Ele tinha diploma em letras, então, compor era natural para ele. Quando ele faleceu, ele estava finalizando seu livro de memórias a mão. Nada de computador. Incrível”, disse.

Dan McCafferty: ex-Nazareth poderá lançar terceiro álbum solo

Dan McCafferty, ex-vocalista do Nazareth, aposentou-se dos palcos em 2013 em razão da Doença Obstrutiva Pulmonar Crônica que o acomete há anos. Não abandonou, todavia, as gravações em estúdio. Recentemente, comentou em uma entrevista que está trabalhando com novas músicas que poderão, eventualmente, integrar um álbum solo (ainda sem previsão de data de lançamento):

Até o momento, Dan lançou apenas dois álbuns solo em sua longa carreira: “Dan McCafferty” (1975) e “Into The Ring” (1987).

Dan participa também do recém-lançado “Stay Tuned 1.5”, álbum beneficente cuja arrecadação deverá ser revertida para o Centro Linda McCartney, instituição que trata portadores de câncer. Este álbum conta com a participação de diversos astros da música, dentre eles o próprio Sir Paul McCartney, com uma versão da música Maybe I’m Amazed, escrita em homenagem a Linda e lançada originalmente no álbum McCartney (1970). O teaser de “Stay Tuned 1.5” está disponível abaixo. Neste CD, Dan é um dos intérpretes da faixa “Fading Away”.

Gravação em parceria com Stevie Agnew.

https://vimeo.com/119850588

Trabalho em parceria com o fotógrafo Antonín Kratochvíl e o compositor Karel Marik.

[via Whiplash]

Guns n’ Roses: Nem Tudo Por Dinheiro

Andy Copping, um dos organizadores do Download Festival, disse para o podcast That’s Not Metal que a ausência do Guns N’ Roses no evento não tem nada a ver com dinheiro. Ele admite que eles adorariam que o GNR se apresentasse na edição de 2017, que recentemente anunciou como headliners Aerosmith, System Of A Down e Biffy Clyro, sendo que o GNR tem show marcado para o Olympic Stadium no dia 16 de junho.

“A coisa é muito simples. Conversamos bastante com o Guns N’ Roses, eles tocaram no Coachella e queríamos no Download. Vou ser honesto, e isto pode surpreender muitas pessoas, mas não teve nada a ver com dinheiro o fato de não fecharmos acordo. Para eles é algo tipo ‘queremos fazer nossos próprios shows’. No início dos anos noventa eles vieram três vezes para o Reino Unido e tocaram no Wembley, que é grandioso. Eles queriam novamente o estádio, mas ele já estava reservado, então eu sugeri que eles tentassem o Olympic Park. Assim que eles decidiram fazer seu show individual ao invés de serem headliners do Donington, eles fecharam acordo no novo estádio do Olympic Park, onde Axl inclusive fez uma apresentação memorável à frente do AC/DC. Foi por causa disto, inclusive, que o GNR se interessou bastante pelo local. Eles viram que é um grande estádio onde podem fazer um grande show. Não teve nada a ver com dinheiro”.

[via Alternative Nation, tradução: Erick Pieling]

15 Anos Sem Cássia Eller

“O mundo ficou mais careta depois que Cássia morreu”, lamenta Eugênia Vieira, eterna companheira da cantora carioca, com quem dividiu sua cria, o Chicão, hoje com 18 anos de idade.

Naquele 29 de dezembro de 2001, os pensamentos e focos estavam voltados para o Réveillon que CÁSSIA ELLER faria logo mais, contudo uma complicação cardíaca tirou o sonho de ela de ver seu filho crescer.

A famosa intérprete de “Maladragem”, um de seus maiores hits, tinha dado um tempo nas drogas e no cigarro. A água de coco era seu alento num Rio de Janeiro esvoaçante de calor. Semanas antes, ela vinha sofrendo de falta de ar, deixando transparecer um pouco o cansaço acumulado de shows e mais shows na agenda.

A bem da verdade, na época, jornais de todo o Brasil arriscaram que o motivo da morte de Cássia teria sido overdose. Só que ela havia parado com isso. O laudo pericial do IML apontou parada cardiorrespiratória. Quatro delas. A fonte de Cássia secara.

Com efeito, na infância, a cantora, que se criou no Rio, mas se aventurou por Brasília – onde começou a carreira sentada em banquinhos de bar –, Belo Horizonte, Santarém e São Paulo, teve arritmia cardíaca e febre reumática dos quatro aos 24 anos.

E é justamente a fim de mostrar estes detalhes desconhecidos da maioria dos fãs que o documentarista Paulo Henrique Fontenelle – que já tem no currículo o aclamado “Loki – Arnaldo Baptista”, sobre o fundador d’OS MUTANTES – está aprontando um longa-metragem, resgatando depoimentos emocionados de gente do convívio da cantora, aliados a imagens caseiras pessoais dela. O resultado deve sair ainda em 2012.

Para celebrar esses 10 anos sem Cássia, foram lançados o CD ‘editado’ pelo amigo NANDO REIS, chamado “Relicário – As Canções Que o Nando Fez Pra Cássia Cantar”, com a música inédita “Baby Love”; e a “Caixa Eller”, contendo nove CDs. Além disso, em breve, também deve vir a público um registro ao vivo em DVD de uma apresentação de 2001, apelidado de “A Luz do Solo”, onde a intérprete canta Joni Mitchell e Billie Holliday, afora suas canções arranjadas de sempre. Um livro-CD de autoria de – de novo – Nando Reis, o sempre presente Nando Reis, estará no catálogo ainda esse ano que está por vir.

O álbum pra se conhecer as facetas de Cássia é o “Acústico MTV”, de março de 2001. E que falta isso, as facetas, faz na música brasileira! Ela foi uma das mais bem vistas artistas da década de 1990 e não desmereceu o valor lhe atribuído. Com sua voz rouca, conseguiu vender 1,1 milhão de cópias neste disco, com destaques para, claro, “Maladragem”, na elogiosa “1º de Julho”, nas levadas de “Partido Alto” e “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” e na clássica “Segundo Sol”.

Um registro versátil, impulsivo e ao mesmo tempo comedido, com atitude. MARIA GADÚ, me desculpa, mas deixe dessa coisa de wannabe… Eller é a Cássia. E só ela o é.

[via Whiplash, Rock na Velha]

Soundgarden: "Pearl Jam deveria entrado no HOF antes do Nirvana"


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Heavynroll: editor do site escolhe os melhores de 2016


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Status Quo: a contribuição musical de Rick Parfitt


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Underground Newz: Melhores do Ano 2016 segundo a página


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Guitarpedia: as mulheres que detonam nas seis cordas!


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Big Time Orchestra – Vem Quente Que Eu Estou Fervendo

Vem Quente Que Eu Estou Fervendo abre o novo DVD da Big Time Orchestra.

Assista e compartilhe!

O maior trabalho de 2016 realizado pela FUSÃO.TV acaba de ser lançado.

 

O Dia Em Que Falei com Kurt Cobain

• Colunistas • Por Sandra Carraro

Ninguém lembra direito daquele show. O Hollywood Rock, de 1993. A edição mais famosa, rolou nos dias 15, 16 e 17 de Janeiro, no estádio do Morumbi, em São Paulo, e no Rio de Janeiro, em outras datas. Eram 110 mil cabeças que lotavam o local – que recebia também: Red Hot Chili Peppers, L7 e Alice In Chains.

Tudo aconteceu porque havia uma super promoção da finada Varig, uma companhia aérea que depois foi incorporada pela Gol, oferecendo um final de semana no mais luxuoso hotel paulista da época, para quem comprasse a passagem de ida e volta (com o valor sem descontos). O valor das estadias superava o valor da passagem – era uma barbada! E eu, que nem era fã de Grunge, mas amava o Pearl Jam, ouvi o incrível In Utero e resolvi que tinha que assistir esse show, afinal, tudo conspirava a favor.

Chegamos no estádio já bem alcoolizados e continuamos a tomar Skol 500ml, durante os shows. Aliás, o show do Nirvana, dessa noite, é lembrado, pela banda, como o pior de sua breve história. O solo do Flea, baixista do Red Hot Chili Peppers, em trompete, durante Smells Like A Teen Spirit, os covers absurdos de clássicos, tudo ia sendo bem absorvido pelo público embriagado. De repente, Krist sai da palco e Kurt pega o baixo e começa a destruir… Tudo vira um caos! E o show acaba antes do previsto.

De volta ao lobby do Maksoud, com seu elevador panorâmico, o centro vazado com os balcões dos apartamentos, voltamos para dentro e cascatas de plantas caindo sobre o paraíso: o bar que nunca fecha. Sério, tem um luminoso escrito: “24 Hours Open”.

No final de semana em que rolaram os shows, estavam lá hospedados: Nirvana, L7 e mais o Alice In Chains. E lá estavam eles, todos no bar que nunca fecha, tomando a “saideira”, Kurt, Novoselic, as meninas do L7, meu “ex” e um casal de amigos. Num determinado momento, fui recriminada por falar acima do volume “aceito” e intimada, pelo falecido (o ex), a subir para o quarto. A vaca da Courtney Love teve a mesma ideia… Gente chata querendo acabar a festa! Fui arrastada em direção ao elevador panorâmico. E quem estava lá, furioso? Sim, Kurt Cobain, indignado porque queria ficar. A porta fechou, mas não desistimos. Ele agarrou o corrimão interno e disse que dali não saia. Quando vi, fiz o mesmo e sorri para ele, dizendo: “I’m with you, man. No bed!”. Ele adorou. Ria e gritava palavrões e ela, Courtney, tentando tirar ele para fora… Infelizmente, a ajuda chegou de forma truculenta e fomos vencidos.

Passou-se, então, 1 ano e 3 meses, e seu corpo foi encontrado ao lado de um fuzil, sem digitais, e um bilhete suicida suspeito.

Claro que eu sabia quem ele era, mesmo “bebaca”. Ele era um menino lindo. Super-simpático, divertido. Um grande talento que nos deixou cedo demais.

 


SANDRA CARRARO é Radialista, DJ e Roqueira nata. Sandra é Colunista da 91 Rock. Apresentando artigos sobre as suas aventuras no mundo do Rock.
Todos os textos e artigos publicados na Seção “Colunistas” são de responsabilidade de seus respectivos autores. Nenhum destes textos ou artigos refletem, obrigatoriamente, a opinião da rádio 91 Rock.

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