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Rock Com Vina: Entrevista: banda Repelentes

Colunistas • Por Rock Com Vina •

O punk rock curitibano com a banda Repelentes

O Rock com Vina fez uma entrevista com a banda Repelentes, uma banda de punk rock que não perde em qualidade pra nenhuma banda gringa, e quando sobe no palco passa uma energia fora do normal. Se liga só…

1- Quais são as influências que estão presentes no som de vocês? Tem alguma brazuca que vocês se inspiram?

Lucas – As influências são bem variadas, vão desde o trash metal anos 80 ao punk clássico…

Josu –  Ramones, DK, New ModelArmy, Cólera, Plebe, Inocentes, Danzig, Slayer, ST, Hojerizah, Detrito, 365 e Vicente Celestino.

Daniel – Cólera, Replicantes, Restos de Nada, Olho Seco, Ratos de Porão, Garotos Podres, Fogo Cruzado, Ramones, Misfits, Dead Kennedys, Motörhead, Exploited, Buzzcocks, Slayer.

2- Vendo entrevistas de bandas Punk, sempre tem a hora que eles falam que já tocaram em lugares com a estrutura mínima para uma banda poder mostrar o seu som, que são os conhecidos buracos de ratos. Nesses mais de 20 anos de história vocês já passaram por algo parecido?
Lucas – Que banda nunca passou por isso hahaha. Normalmente as casas que tocamos tem uma estrutura legal, não podemos nos queixar. Lógico que muitos desses lugares poderiam investir um pouco mais na qualidade do som.

Josu – 99% dos lugares que tocamos são buracos suburbanos (me sinto em casa).

Daniel – Tocar sem o mínimo de estrutura é a escola básica do Punk Rock. Lugares obscuros, porões mofentos e festas estranhas fazem parte da diversão.

Daniel – Tocar sem o mínimo de estrutura é a escola básica do Punk Rock. Lugares obscuros, porões mofentos e festas estranhas fazem parte da diversão.

3- Vocês fizeram um Hiato entre o ano de 2002 e 2008, mas fora isso dá pra ver que sempre que estiveram na ativa e nunca pararam de produzir coisas novas e lançar CD’s. Como é o processo de composição de vocês? O último CD foi o Circo de Horrores lançado em 2015, tem mais algum no forno?

Lucas – Normalmente alguém da banda chega com uma ideia no ensaio, e a partir dela vamos desenvolvendo a música. Para o próximo disco já estamos tentando algo diferente, reunir a banda e compor o instrumental e as letras juntos.Estamos com um disco novo no forno sim, mas como 2015 foi um ano bastante corrido com shows, acabamos demorando um pouco mais para compor ele, mas no começo de 2017 teremos material novo.

Josu – Quando o “DaniHell” parar de produzir filhos a banda volta a produzir.

Daniel – Normalmente compomos de maneira individual e quando vamos produzir um álbum novo, apresentamos essas composições nos ensaios, trocamos ideias e opinamos na formatação da música, de maneira que o resultado final é sempre um trabalho coletivo. No momento, estamos trabalhando em um álbum previsto para 2017.

4- Como vocês acham que as mídias olham para a cena independente? E ela dá a força que é necessária ou hoje a cena consegue se sustentar por si só?

Lucas – Atualmente as mídias não estão olhando para a cena independente, porque, pra eles, ela não vende mais como no final dos anos 90 ate a metade dos anos 2000, quando teve o “boom” do hardcore independente no Brasil. Mas a cena consegue se sustentar sozinha sim. O legal das bandas independentes é isso, elas precisam se apoiar para sobreviver, é preciso trabalhar todas juntas, sem preconceito de estilos nem nada!

Josu – Nunca deu, mas talvez um dia irá. A cena não se sustenta, mas há esperança de que isso mude daqui algumas décadas.

Daniel – A indústria midiática ignora completamente a cena independente. Por mais que existam profissionais bem intencionados dentro dessas estruturas, o espaço concedido para a produção alternativa é ínfimo. Existem também os veículos de mídia oriundos das instituições públicas, que são extremamente seletivos e tendenciosos por conta dos aspectos políticos envolvidos. Felizmente a internet existe e tem sido a grande vitrine do Rock contemporâneo, tanto nas redes sociais, como nos sites especializados, blogs e rádios online. A cena independente segue marginalizada, desconhecida do grande público, porém consolidada, rica em produção e presente em todos os lugares.

5- Recentemente vocês lançaram o clipe “Circo de Horrores”. O resultado foi ótimo, está com uma produção muito boa. Como foi pra vocês todo esse processo? Ficaram felizes com o resultado? E nos falem se já tem algum clipe engatilhado mais pra frente.

Lucas – Esse é o segundo clipe da banda. No primeiro estávamos nervosos, não sabíamos pra onde olhar, hahahahaha. Mas esse já foi mais natural, tentamos passar a energia do show no clipe. Ficamos super felizes com o resultado, a Renata Prado mandou muito bem na direção e edição e por enquanto não estamos pensando em lançar mais clipe, mas para o próximo disco, com certeza produziremos novos vídeos.

Josu – Não sei, não posso responder. Não fiz nada, apenas ajudar a pagar a fatura, haha.

Daniel – Circo de Horrores é nosso segundo clipe, depois de 20 anos sem nenhum material desse gênero. Esse trabalho veio num ótimo momento e com certeza está ajudando muito a divulgar nossa música. Tínhamos uma idéia aproximada do que queríamos, passamos isso para a nossa amiga e diretora do clipe Renata Prado (Utopíe Produções) e ela teve total liberdade para criar em cima da proposta. Foi tudo muito rápido, com o menor custo possível e um alto nível de improvisação. Eu fiz a maquete e os bonecos que aparecem no vídeo e todo mundo contribuiu à sua maneira para o projeto sair do papel. O JR do 92 Graus foi um “parceiraço” e nos cedeu o espaço para as gravações da banda, o que contribuiu para dar um ar mais profissional para a produção. Com relação a clipes futuros, nada de concreto no momento, porém temos muitas idéias a respeito.

6- O Punk Rock nacional surgiu como uma crítica ao Regime Militar e vemos tanto nas músicas antigas quanto nas músicas do Repelentes, sempre letras fortes relacionadas não só a política, mas a assuntos gerais e muitas ideias cantadas antigamente, ainda fazem sentido atualmente. Vocês acreditam que as letras de vocês poderão fazer tanto sentido no futuro quanto as letras antigas fazem agora?

Lucas – Muito da política brasileira mudou nesses últimos anos, mas parece que nada mudou pois as letras de antigamente ainda fazem sentido hoje. Mas esperamos que num futuro não muito distante, elas não se encaixem mais com a nossa realidade…

Josu – INFELIZMENTE letras com crítica social vão demorar para deixar de serem atuais.

Daniel – Infelizmente, sim. Para uma sociedade evoluir ela necessita de uma maioria de indivíduos contribuindo para tanto. Pessoas éticas, com acesso a educação, cultura e cidadania, atuando nas diferentes esferas da sociedade, edificando progressivamente um futuro livre das mazelas com as quais convivemos. Porém, o egoísmo, a vaidade, o preconceito e a ganância continuam predominantes no comportamento humano e nos impedem de sequer vislumbrar essa evolução.

7- O Punk Rock nunca foi muito comercial, vemos que até bandas como Replicantes, Cólera, Inocentes, entre outras, embora sejam bandas fodas, não tiveram o sucesso merecido e até hoje não são muito conhecidas fora do circulo da galera que curte um Rock mais independente e/ou underground. Vocês acreditam que o punk pode voltar ao mainstream como foi no final dos anos 70 e também nos anos 80?
Lucas – Lutamos para isso, hahaha… O rock em geral está em baixa nesses últimos anos, mas não quer dizer que está morto. Vamos ser positivos e acreditar que essa nova geração vai salvar o rock.

Josu – É provável que nunca aconteça. Rock com músicas que provoquem ou estimulem o cidadão a pensar diferente da massa raramente será um produto vendável. Ser punk é remar contra a maré do óbvio. Se acostumem com isso!

Daniel – O Punk Rock não nasceu para ser mainstream. A cultura Punk representa o desprendimento da indústria cultural, a autonomia artística, a contestação de paradigmas sociais. Ocorre que, em momentos de crise sócio-econômicas um número maior de pessoas acaba se identificando com o Punk Rock e isso gera uma renovação da cena.
8- Como vocês olham para os bares e casas de show aqui de Curitiba? Ainda falta espaço para as bandas autorais?

Lucas – Realmente poderia ter mais casas porque, muitas delas, só aceitam bandas covers.
Não é à toa que em 2015 tocamos mais na região metropolitana de Curitiba, porque além de ser uma cena nova para nós, dão apoio pra bandas autorais.

Josu – Lugar pra tocar, tem. O que não tem é participação honesta dos lucros da bilheteria.
Ou pelo menos acho que deveriam parar de cobrar entrada. Bandas autorais raramente recebem grana pra tocar. Fazem a GIG, levam equipamentos, levam público, cujos mesmos pagam para entrar, consomem do bar e da cozinha do local. Mas no final as bandas saem como se ainda devessem algo pra casa… But ok… Tudo pelo rock.

Daniel – Curitiba tem diversas casas que abrem suas portas para as bandas autorais, um número crescente, devo dizer. Talvez, o grande nó da cena local seja o público. Certamente, toda estrutura de bares e casas de show seria melhor e mais rentável mediante um público que prestigiasse efetivamente as bandas independentes. Infelizmente não temos essa cultura, em grande parte porque nossas bandas não tocam nas rádios, não aparecem na TV e assim por diante. É um ciclo vicioso de auto sabotagem.

9- Existem várias bandas que tem uma diferença enorme entre as músicas gravadas e ao vivo. Tivemos a oportunidade de irmos a um show de vocês e vimos que o show é tão bom quanto o CD. A presença de palco é visível e admirável, vocês acham que isso é um diferencial ou é uma obrigação?
Lucas – Tocamos para nos divertir, não vejo nem como um diferencial e nem como uma obrigação a presença de palco, porque a partir do momento que você toca com tesão e coloca as suas emoções pra fora, o show naturalmente vai ter uma energia boa.
E o que queremos é que o publico sinta essa energia!

Josu – Se eu fosse obrigado a fazer, eu não faria! Apenas entramos na vibe do público, damos o  melhor. E, por fim, a  diversão fica acima de tudo.

Daniel – Primeiramente obrigado! Fico feliz pelo elogio ao nosso show. Eu penso que cada banda tem um perfil e vai se expressar nas gravações e no palco de acordo com esse perfil. Para nós, o show transcende a execução das músicas, é uma catarse, uma explosão de energia acumulada. O importante é que essa experiência seja verdadeira, só assim vai atingir ao público.
10- Obrigado galera, saibam que o Rock com Vina estará sempre disposto para divulgar a banda, e uma coisa que pedimos é que: qualquer coisa que vocês tiverem interesse de divulgar no Rock com Vina é só mandar uma mensagem, desde shows a lançamentos de músicas ou clipes.  

Josu – Colosso!
Meu rock é  com duas vinas e sem farofa, por favor.
Valeu, valeu mesmo!

Daniel – Nós que ficamos imensamente gratos pelo espaço! O trabalho de vocês é imprescindível para a cena alternativa. Iniciativas iguais as do Rock com Vina é que mantém a cena em constante renovação. Uma vitrine das bandas, contribuindo para a formação de público e opinião. Desejo vida longa, muitas realizações e sucesso ao Rock com Vina! Um grande abraço a você, Thiago, e a todos da equipe!

 

 


ROCK COM VINA é um grupo de Colaboradores de Conteúdo e Colunistas oficiais do website da rádio 91 Rock. Apresentando artigos, entrevistas e curiosidades sobre a cena Rock da cidade de Curitiba e Região. Se quiser conhecer mais sobre o projeto ROCK COM VINA: Facebook, Twitter, Youtube.
Todos os textos e artigos publicados na Seção “Colunistas” são de responsabilidade de seus respectivos autores. Nenhum destes textos ou artigos refletem, obrigatoriamente, a opinião da rádio 91 Rock.

Eddie Vedder na série “Twin Peaks”

Eddie Vedder é um dos nomes mais badalados que apareceram na lista de participações da série “Twin Peaks”, do famoso diretor David Lynch.

Ainda não se sabe de que forma o líder do Pearl Jam vai trabalhar na produção, no entanto, a confirmação já é o suficiente para que sujam rumores na internet a respeito de uma participação dele como ator.

Normalmente os músicos da lista trabalham compondo a trilha sonora ou assessorando na pesquisa sobre o universo da cultura pop.

Além de Vedder, Trent Reznor, do Nine Inch Nails, também apareceu na listagem de David Lynch.

A estreia da nova temporada de “Twin Peaks” está prevista para o início de 2017 no canal americano Showtime.

Bruce Springsteen oferece download de “Purple Rain”

O site oficial de Bruce Springsteen está oferecendo para download gratuito a versão que o músico fez para o sucesso de Prince, “Purple Rain”.

A apresentação dessa canção-tributo ocorreu na noite deste último sábado (23), na cidade de Nova York, marcando o primeiro de dois shows do Boss no Brooklyn Barclays Center.

Bruce Springsteen normalmente começa seus shows com “Meet me in the City”, mas naquela ocasião ele abriu uma exceção e dedicou a performance para Prince, que morreu em 21 de abril, dizendo que “nunca houve alguém melhor”.

Baixe o mp3 da versão de Bruce Springsteen para “Purple Rain” acessando este link: http://brucespringsteen.net/news/2016/purple-rain-live-in-brooklyn-2

Aqui, o vídeo dessa performance:

Rock Com Vina: Entrevista: Caneco de Madeira

Colunistas • Por Rock Com Vina •

Hoje vamos falar de mais uma banda que tocou no Grito Rock, a Caneco de Madeira. Eles apresentaram um trabalho incrível no Grito Rock Araucária. Confira a entrevista:

Ramon (Rock com Vina): Como foi para vocês tocar no Grito Rock Araucária 2016?

Cleverson (Caneco de Madeira): Cara, foi muito gratificante ver todo esse pessoal presente, o público estava muito receptivo. Tocar a tarde é algo que eu acho muito massa, em praça principalmente, se apropriar desses lugares públicos com o rock, é muito legal.

Ramon (Rock com Vina): O que vocês acham da cena musical de Araucária, Curitiba e região?

Sergio (Caneco de Madeira): Eu respeito muito os artistas locais, todo mundo aqui faz um trabalho muito bem feito. Todas as cenas musicais, a gente observa, tem gente trabalhando muito bem e isso temos que valorizar muito, os artistas daqui são bons, e, muitas vezes acabam tendo que produzir as próprias coisas, correndo atrás da produção e tudo mais. Então, creio que o pessoal daqui está fazendo um bom trabalho.

Ramon (Rock com Vina): Vocês já têm um EP gravado, intitulado “Vizinho”, gostaria de saber se tem algum trabalho novo programado para o futuro?

Cleverson (Caneco de Madeira): Atualmente estamos na fase inicial do processo de gravação de um álbum completo. Mas, por enquanto, estamos procurando produzir os clipes para o EP “Vizinho”, que lançamos ano passado e divulgar o próprio EP, com shows juntamente com outras bandas para somar também.

Ramon (Rock com Vina): Legal, muito bom o som de vocês. Muito obrigado.

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Rock Com Vina: Entrevista: Banda Desatino (SP)

Colunistas • Por Rock Com Vina •

Fala galera, beleza?

Fizemos vídeos e entrevistamos algumas bandas que tocaram no Grito Rock Araucária – 2016. Iremos lançar os vídeos junto com as entrevistas que fizemos. Fique ligado nas bandas que estamos mostrando, a maioria é da cena de Curitiba e região, vale a pena conhecer o trabalho de todas elas.

Entrevista:

Falamos com o Gui, vocalista da banda Desatino, que fez um puta show no Grito Rock Araucária 2016. Se liga na entrevista que fizemos com ele:

Di (Rock com Vina): Como foi pra vocês tocar em Araucária e qual a energia que você sentiu da galera?

Gui (Desatino): É muito diferente, a gente adora o sul porque tem essa conexão com o público, o palco não é tão distante, tá ligado? É um negócio muito próximo, você olha no olho da pessoa e sente que conseguiu passar uma energia, não tem preço.

Di (Rock com Vina): Como está sendo a repercussão do último CD, o “Entreguerras”, que vocês lançaram no ano passado?

Gui (Desatino): O lance foi o seguinte, a gente tinha outra formação na banda, gravamos o CD e acabou não dando certo. Agora viemos com outra formação, fazendo a turnê desse CD, e cara… ta sendo animal. Estamos viajando pra cantos que a gente nunca imaginou que iria… é muito louco.

Di (Rock com Vina): Como é a cena do rock independente lá em Sampa? Os lugares são acessíveis?

Gui (Desatino): A cena do rock já foi muito forte, infelizmente agora tá segmentada, bem dispersa, mas a gente tá aqui pra isso, pra tentar fazer o rock acontecer lá também, assim como está aqui, e a gente sente muito orgulho disso.

Di (Rock com Vina): Vamos apostar na união do rock’n roll que vai dar certo

Gui (Desatino): É isso aí, valeu meu velho.

Di (Rock com Vina): Valeu Gui.

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“Grito Rock Araucária 2016” reúne mais de 10 bandas

Grito Rock Araucária 2016 reúne mais de 10 bandas em evento gratuito

Evento busca incentivar artistas da cena local e presenteia o público com muita diversão e boa música.

O Grito Rock Araucária 2016, reunirá 14 bandas autorais, nos dias 09 e 10/04. O Evento é gratuito e acontecerá ao ar livre no Parque Leônidas Sobânia, em Araucária, popularmente conhecido como Trecho Chimbituva. Além dos músicos da região, o festival conta com convidados especiais de São Paulo e Brasília e visa incentivar os artistas independentes, trocar experiências e de quebra proporcionar diversão ao público.

Segundo a organização, o Grito Rock foi pensado com o objetivo de movimentar a cena cultural local com a música e criar conexões entre as bandas locais e as de fora. O público pode esperar um final de semana diferente, regado ao som de bandas como Desatino, da capital paulista e Dona Cislene, vinda de Brasília, que tem despontado no cenário nacional com o apoio de nomes como Digão da banda Raimundos e Dinho Ouro Preto do Capital Inicial.

Médicos de Cuba - foto Everson Santos2

Também estão confirmadas as presenças de bandas destaques da música independente de Curitiba e região. O público poderá acompanhar as apresentações da Médicos de Cuba, CEFA, Cavalo Baio e os Pinho, Machete Bomb e Caneco de Madeira entre outras bandas que começam a ser reconhecidas pela qualidade técnica registrada em seus shows. Haverá ainda um  palco alternativo com discotecagem de reggae.

Além das atrações musicais, o público também poderá participar da oficina de Slackline executada pela AraucáriaSlackline. O evento contará com uma praça de alimentação com a presença de diversos foodtrucks locais.

Pré Grito

Para os fãs mais ansiosos, os organizadores promovem um esquenta no primeiro final de semana de abril no Ponto Café, em Araucária, entre 01 e 03/04. O Pré Grito Rock Araucária contará com a presença de três bandas por noite como amostra do que o público irá encontrar nos dias 09 e 10/04.

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SERVIÇO

Grito Rock Araucária 2016

Data: 09 e 10 de abril

Horário: 13h

Local: Parque Leônidas Sobânia (em frente a pista de skate do Tayrá)

Ingressos: livre

Informações: https://www.facebook.com/events/546700392160577/

 

Confira a programação musical completa:

SÁBADO 09/04

-Só Verms

-Cefa (CWB)

-Marvim

-Vélia República

-Caneco de Madeira

-Desatino (SP)

-Estado Final

 

DOMINGO 10/04

-Machete Bomb (CWB)

-Médicos de Cuba

-Dona Cislene (BSB)

-Cavalo Baio & os Pinhos

-Krucipha (CWB)

-Mattilha (SP)

-Mendigos do Sol

Entrevista com Ruben Pato Romero

Colunistas • Por Rock Com Vina •

Entrevista com Ruben Pato Romero – baterista da banda Blindagem

A banda Blindagem é a banda curitibana que mais fez história até os dias de hoje. Conversamos com o baterista da banda, o “Pato”, para sabermos um pouco mais sobre a história dele, de como ele começou a tocar o instrumento, como ele entrou para a Blindagem e também outras curiosidades.
Se você se interessa pelo rock curitibano, conhece ou gostaria de conhecer um pouco mais sobre o “Pato” e a banda Blindagem, clica e dê seu parecer.

 

Parte 1:

 

Parte 2:

 

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Legião Urbana: 30 Anos

Colunistas • Por Thiago Gorges •

No último dia 18 de março, ninguém sabe o que aconteceu. Haviam meninos e meninas que relembraram sua adolescência, sem nenhum sinal de tédio… Muitos deixaram o show do Legião Urbana com o pensamento ”será, só imaginação?”, mas felizmente foi uma realidade. Com Dado Villa Lobos e Marcelo Bonfá animados como adolescentes em cima do palco, deixamos por um momento de pensar sobre “que país é este”, um projeto que fará sucesso, “no Amazonas, no Araguaia-ia-ia, Na baixada fluminense, Mato Grosso, Minas Gerais…” – com muita competência os músicos nos deixaram em êxtase, um show repleto de perfeição, os expectadores cantaram praticamente todas as canções, mostrando mais uma vez que o Rock não fica velho, ao contrário, nos torna jovens ao transformar-se em clássico. Muitos que ali estavam não eram nem nascidos quando Renato Russo nos deixou, no triste 11 de outubro de 1996. A Legião Urbana deixou o palco sem explicações, sem ritos de despedidas, uma breve saudação ao púbico bastou, não era necessário mais do que isto, curvando-se aos fãs, única e simplesmente, demonstrando respeito, sentimento de papel cumprido.

Foi uma festa legal, a gente foi para se divertir. Até a próxima!

Selvagens à Procura de Lei leva “Praieiro” ao Sul

Em março, Selvagens à Procura de Lei apresenta seu novo álbum, Praieiro (2016), para o público do Sul do país. As apresentações serão em Curitiba, no dia 24, Florianópolis, no dia 26 e Araucária, no dia 27.

A banda de Fortaleza, que se mudou para São Paulo em 2013, fez dos novos ares e rotina influência para as canções de Praieiro. De refrão explosivo, o single “Tarde Livre” ainda remete às origens praieiras do grupo, enquanto “Sangue Bom” faz referências diretas à capital paulista. “Aqui em Sampa, toda cena é de cinema”, canta o quarteto formado por Rafael Martins (voz e guitarra), Gabriel Aragão (voz e guitarra), Caio Evangelista (voz e baixo) e Nicholas Magalhães (voz e bateria).

Praieiro mergulha em declarações de amor, como atesta o reggae “Felina”, mas também alerta para uma veia politizada, a exemplo do xote “Guetos Urbanos”. Apesar de o álbum trazer diversas influências musicais,  a identidade do  Selvagens à Procura de Lei é garantida pelo produtor David Corcos, que também assina o trabalho antecessor (homônimo, de 2013). “Fazemos rock, mas também somos nordestinos. A parceria com o David foi importante para alcançarmos a sonoridades que queríamos”, explica Rafael.

O Selvagens à Procura de Lei ainda faz uma homenagem a Raul SeixasArnaldo Baptista e Tom Zé. Trata-se de “O Amor Não É um Rock 2”. Entre as 11 faixas do disco, esta é a mais pesada.

A mudança de Fortaleza para São Paulo aproximou ainda mais os integrantes, o que resultou em um processo criativo ainda mais coeso. “Antes, apenas eu e o Gabriel compúnhamos. Agora, todos entraram como compositores. Isso fez com que esse disco seja o que melhor representa os Selvagens como um grupo”, conta o vocalista  e guitarrista Rafael Martins.
Com um pé lá e outro aqui, a banda reforça a sua habilidade em unir o rock ao pop – seja na areia ou no asfalto.

Serviço: 

Selvagens à Procura de Lei @Curitiba

Data: 24 de março (quinta-feira), às 22h
Local: John Bull (Rua Mateus Leme, 2204)
Ingressos: Primeiro lote: R$20 / Segundo lote: R$25 / Na porta: R$30

Selvagens à Procura de Lei @Florianópolis

Data: 26 de março (sábado), às 23h
Local: Célula Showcase (Rod. João Paulo, 75)
Ingressos: Primeiro lote: R$15 / Segundo lote: R$20 / Na porta: R$30

Selvagens à Procura de Lei @Araucária

Data: 27 de março (domingo), às xxx
Local: Ponto Rock Café (Rua Abilio Fruet, 2650 – Centro)
Ingressos: Primeiro lote: R$15 / Segundo lote: R$20 / Na porta: R$30

Sobre o Selvagens à Procura de Lei:

Saída de Fortaleza, a banda Selvagens à Procura de Lei construiu uma trajetória sólida ao longo dos últimos anos. Criado em 2009, o grupo formado por Rafael Martins (voz e guitarra), Gabriel Aragão (voz e guitarra), Caio Evangelista (voz e baixo) e Nicholas Magalhães (voz e bateria) percorreu os principais festivais do país, entre eles o extinto Planeta Terra (2011) e o Lollapalooza (2014). O caminho bem sucedido foi traçado a partir da discografia composta pelos EPs Suas Mentiras Modernas e Talvez Eu Seja Mesmo Caladomas Eu Sei Exatamente o que Eu Quero – ambos de 2010 – e Lado C, este último de 2011. O primeiro álbum completo veio no mesmo ano. Trata-se de Aprendendo a Mentir, elogiado por nomes relevantes do cenário nacional e responsável por catapultar o rock do Selvagens aos quatro cantos do país. Em 2013, o álbum homônimo veio reforçar o talento do garotos radicados em São Paulo e aumentar a já relevante fanbase do grupo.

Selvagens à Procura de Lei na web: 
Facebook: https://www.facebook.com/sapdl/?fref=ts
Twitter: https://twitter.com/sapdl
Youtube: https://www.youtube.com/user/Sapdl/featured

Rock Com Vina: Notícias

Colunistas • Por Rock Com Vina •

* Um novo documentário sobre a banda Sepultura está sendo produzido com a direção de Otavio Luciano. O filme vai retratar as últimas turnês da banda e a gravação de seus dois últimos discos de estúdio: “Kairos, e The Mediator Between Head and Hands Must Be the Heart”. Você confere o teaser nesse link: https://www.youtube.com/watch?v=Vw6gTmE2MKo

* A banda Forfun deixou de se reunir desde o final do ano passado. E agora três integrantes da banda: Danilo (vocal e guitarra), Nicolas (bateria) e Vitor (teclado, sintetizadores e guitarra) estão lançando um novo projeto, chamado Braza. A banda já lançou seu álbum completo em seu canal do YouTube e anunciou uma turnê de lançamento de seu primeiro disco. https://www.youtube.com/watch?v=arOVXKLFSic

* O AC/DC fez um pronunciamento dizendo que iriam convidar um cantor para retomar a turnê “Rock Or Bust”, já que Brian Johnson não poderia mais seguir com a banda devido à problemas de saúde. Mas o comediante Jim Breuer, amigo próximo de Brian, revelou que o músico foi praticamente expulso da banda já que eles não se preocuparam com o problema dele e logo anunciaram que estavam em busca de um vocalista substituto, sem ao menos pedir a opinião dele, e ainda afirmou que Brian estava muito deprimido, pois não queria ter saído da banda. Após o vídeo do podcast aonde ele cita essas informações ser divulgado, Jim voltou atrás e disse que aquelas não eram as palavras que Brian disse para ele, portanto a declaração dele estava relacionada somente a maneira como ele imaginou que o músico deveria estar se sentindo.

* A banda Stone Temple Pilots estava em busca de um novo vocalista, após Chester Bennington ter saído para se dedicar ao Linkin Park. O grupo pediu para que as pessoas interessadas enviassem vídeos demonstrando suas técnicas vocais. E nessa última semana, eles afirmaram que as buscas estão encerradas pois já encontraram um novo vocalista, que ainda não foi divulgado.

* Keith Emerson, fundador da banda Emerson, Lake & Palmer, foi encontrado morto aos seus 71 anos de idade. Após investigações, as autoridades confirmaram que se tratou de um caso de suicídio. O músico, que vinha sofrendo com problemas na mão e braço direito há alguns anos, se sentia triste ao não conseguir fazer performances perfeitas. Sua mulher, Mari Kawaguchi, afirmou que ele se importava muito com as críticas dos fãs.

* David Gilmour fará dois shows em Pompéia na Itália, os shows farão parte da turnê de divulgação de seu último álbum: Rattle That Lock. O músico tocou no mesmo local com o Pink Floyd em 1971, show que foi gravado no filme: Pink Floyd, Live At Pompeii.

* Segundo o site MyGNR, a banda Guns’N’Roses planeja fazer um show em maio deste ano, para 100 mil pessoas, no estádio AT&T. Por enquanto, são apenas especulações, já que a banda não confirmou ou divulgou algo nesse sentido.

* Nesse sábado, dia 26 de março, o Crazy Pub traz o evento Rock & Más Companhias. O evento terá os shows das bandas: Sete Sangria’s, Motorblack, Infusíveis e Double Pack Blues.

* Nos dias 9 e 10 de abril, vai rolar o festival Grito Rock Araucária. O primeiro dia do evento terá os shows das bandas: Só Verms, Cefa, Marvim, Velia República, Caneco de Madeira, Desatino e Estado Final. No segundo dia do evento as atrações ficam por conta das bandas: Machete Bomb, Médicos de Cuba, Dona Cislene, Cavalo Baio & os

Pinhos, Krucipha, Mattilha e Mendigos do Sol. Vocês podem conferir o evento nesse link: https://www.facebook.com/events/546700392160577/

O nosso vídeo está disponível pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=HHBfIJ6dJ4Y

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Rock com Vina: Notícias

Colunistas • Por Rock Com Vina •

  • Ozzy Osbourne declarou à Rolling Stone australiana, que a turnê do Black Sabbath intitulada “The End”, leva esse nome, pois a banda não pretende mais fazer turnês. Mas ele explicou que isso não significa que ele não retornaria aos estúdios para gravar um disco memorável com Tony e Geezer, atuais integrantes da banda.
  • Joe Perry, guitarrista do Aerosmith, aproveitou a pausa da banda para trabalhar em um novo disco solo. O guitarrista afirmou que esse disco é mais instrumental, aonde ele toca outros instrumentos além da guitarra, e também contou que pretende realizar somente duas músicas com vocal, sendo feito por ele mesmo ou quem sabe chamar outro vocalista para o trabalho. O CD ainda não tem data prevista para seu lançamento.
  • O tecladista da banda Emerson, Lake & Palmer, faleceu na noite do dia 10 de março aos seus 71 anos de idade. Keith Emerson foi encontrado com um ferimento de bala na cabeça, em sua residência na Califórnia. A polícia está investigando o caso, que aparenta ser de suicídio. O músico vinha enfrentando problemas de saúde e já não tinha possibilidades de continuar tocando.
  • O vocalista Brian Johnson ficou de fora da turnê “Rock Or Bust”, do AC/DC, devido à problemas de saúde. Um dos possíveis vocalistas que podem assumir o posto de Brian é o antigo ex-vocalista da banda: Dave Evans. E aí, será que ele vai retornar aos palcos com a banda após 43 anos?
  • Sir George Martin, conhecido como o quinto Beatle, morreu aos seus 90 anos de idade. O produtor acreditou na banda em uma época em que todas as gravadoras os rejeitavam. Ele produziu e arranjou as músicas da banda desde o começo da carreira dos The Beatles, até o fim, após a banda se separar ele continuou realizando trabalhos relacionados com o mundo da beatlemania.
  • Lana Meisner, mulher do baixista da banda Eagles, Randy Meisne, morreu após ser baleada na casa do casal. Randy relatou às autoridades que a morte foi acidental, mas existem suspeitas de que ela tenha sido assassinada por ele, pois ela ligou para a polícia e relatou que seu marido estava agindo de maneira estranha e estava portando uma arma. O músico está internado em um hospital por transtorno bipolar.
  • No dia 19 de março, vai rolar o show da banda Matanza aqui em Curitiba, no Music Hall. Os ingressos estão disponíveis pelo link http://diskingressos.com.br/evento/3958e custam a partir de R$ 60.
  • E no dia 26 de março, o Crazy Pub traz o evento Rock & Más Companhias. O evento terá os shows das bandas: Sete Sangria’s, Motorblack, Infusíveis e Double Pack Blues.

Nosso vídeo está disponível pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=FT-MICqbHVs

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Lollapalooza 2016

Colunistas • Por Thiago Gorges •

A edição 2016 do Lollapalooza Brasil mostrou, mais uma vez, que a diversidade de estilos musicais, dentro de um mesmo festival, é possível sim.

Com uma organização extraordinária e um público satisfeito, vimos atrações como Vintage Trouble – que trouxe uma clara influência de James Brown e Folk – a Noel Gallagher e Matanza, com apresentações dignas de um grande festival.

Tivemos também apresentações com boa aceitação, mas com pouca empolgação do público, como a do Bad Religion (talvez pelo horário em que a mesma aconteceu ou mesmo pela falta de novidades durante o show).

Mas, valeu a pena! Até a próxima edição.

 

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