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Concurso – Dia Mundial do Rock (Republica)

 

A 91 ROCK e o REPUBLICA estão promovendo o Concurso Cultural – Dia Mundial do Rock. Que tal faturar um kit exclusivo do Republica?

No próximo dia 13 de Julho, a 91 Rock vai sortear um kit exclusivo do Republica, contendo: 1 kit de peles de caixa para bateria EVANS HD Dry; 1 par de baquetas da Ahead Drumsticks modelo Lars Ulrich; camiseta; chaveiro; cordão e caneta. Pra participar curta e compartilhe o post do videoclipe do Republica no Facebook oficial da 91 Rock (https:/www.facebook.com/91rock). E no dia 13 de Julho, as 6 da tarde, acontece o sorteio.

Concurso Cultural – Dia Mundial do Rock. Participe!

 

Chris Cornell morre aos 52 anos

Chris Cornell, vocalista das bandas Soundgarden e Audioslave, morreu na noite desta quarta-feira (17), em Detroit, aos 52 anos de idade.

A informação foi confirmada pelo representante de Cornell, Brian Bumbery, para a Associated Press. Segundo ele, a morte do músico foi “repentina e inesperada”, e nenhuma causa foi dada até o momento.

Bumbery acrescentou que a família de Cornell pediu privacidade e está acompanhando os detalhes médicos para determinar a causa da morte.

Cornell havia realizado na noite desta quarta um show completo com 20 músicas do Soundgarden no Fox Theatre.

Show: Rhapsody

RHAPSODY CURITIBA 12.05.2017 – 20TH ANNIVERSARY FAREWELL TOUR

Por Eliandro Santana 

 

Os italianos do RHAPSODY desembarcaram em Curitiba para a tour de comemoração dos 20 anos de carreira, mas que também foi anunciada como a despedida do grupo dos palcos.

A abertura da noite na Ópera de Arame ficou a cargo do grupo Curitibano DEVILSIN, que durante aproximadamente 45 minutos apresentou um heavy tradicional na linha Accept, com destaque para o vocalista Kevan Gillies, o “tiozão” com timbre vocal que em muitos momentos lembrou Cronos(Venom) esbanjou tranquilidade e teve o público “na mão” durante todo o ser.

 

Por volta de 21 horas, as luzes se apagaram para o início da noitada épica, e a intro “Epicus Furor” emendou a espetacular “Emerald Sword”, com seu refrão que estremeceu o gelado teatro.

 

Depois “Wisdom of the Kings” deu aquela sequência com outro refrão belíssimo, em seguida o início de “Eternal Glory” fez todos imaginarem o Rei chegando, mas o que veio era sim mais um grande som do disco de 1998.

 

Fábio Lione saudou em bom português a plateia e anunciou “Knightrider of Doom”, do álbum “Power of Dragonflame”, o que mandou por terra a expectativa inicial de que “Symphony…” seria executado na íntegra.

Mas foi na verdade uma breve fugida daquela suposta programação, pois as músicas a seguir foram “Wings of Destiny”(belíssima balada, que ao vivo ficou ainda melhor), “The Dark Tower of Abyss (que segundo Lione nesta tour estava sendo executada pela 1a vez ao vivo) e “Riding the Winds of Eternity”.

 

A próxima, sim “Symphony of Enchanted Lands” foi o momento que Fabio Lione “deitou”(gíria futebolística na veia), o cara simplesmente arrebentou. Impressionante a capacidade e a variação dos vocais deste cidadão.

Após os quase 10 minutos da grande (grande mesmo) música, chegou a vez do solo de Alex Holzwarth, deu aquele tradicional descanso aos demais, e o rapaz da bandana demoliu a batera impiedosamente.

 

O primeiro album da banda: “Legendary Tales”, infelizmente foi escanteado no set dessa tour, e “Land of Immortals” foi a única executada daquele que é, sem sombra de dúvidas, o grande álbum dos caras.

Tivemos ainda a mais fria da noite “The Wizard’s Last Rhymes”, que não empolgou.

 

Solos geralmente são desnecessários,mas o baixista Patrice Guers fez do seu momento, que foi acompanhado pelo batera, um trabalho muito legal.

Mas a noite era de Lione, e encerrando a primeira parte do show “Dawn of Victory” que foi uma das melhores da night, destaque para as acrobacias de Luca Turilli e a performance de Dominique Leurquin nas guitarras.

 

Após breve pausa, o retorno foi com a rápida “Rain of a Thousand Flames” que foi seguida pela lenta “Lamento Eroico”.

O fechamento aconteceu de maneira… grandiosa (ou seria épica?) com “Holy Thunderforce”, outra faixa de “Dawn of Victory”.

Se realmente foi a tour de adeus, os italianos se despediram dos fãs curitibanos com uma grande apresentação, que certamente vai deixar saudades aos muitos presentes. “…for the King, for the land, for the mountains…”

RHAPSODY – SET LIST

  1. Epicus Furor
  2. Emerald Sword
  3. Wisdom of the Kings
  4. Eternal Glory
  5. Beyond the Gates of Infinity
  6. Knightrider of Doom
  7. Wings of Destiny
  8. The Dark Tower of Abyss
  9. Riding the Winds of Eternity
  10. Symphony of Enchanted Lands
  11. Drum Solo
  12. Land of Immortals
  13. The Wizard’s Last Rhymes
  14. Bass Solo
  15. Dawn of Victory

Bis

  1. Rain of a Thousand Flames
  2. Lamento Eroico
  3. Holy Thunderforce

Show: Sonata Arctica

Por Redação / Eliandro Santana

Os finlandeses do SONATA ARCTICA vieram a Curitiba divulgar “Ninth Hour”, nono (!) disco de estúdio do grupo, o show aconteceu no Hermes Bar, ótimo local para eventos desse porte.

 

Ankhy

A abertura da noite ficou por conta de mais uma surpresa agradável deste celeiro do Metal Nacional chamado Curitiba: ANKHY, que subiu ao palco às 19:45 apresentando repertório variado e apostando numa mescla de metal tradicional, melódico, trash e até death metal melódico na linha Children of Bodom. Comprovando a variedade de estilo, o fechamento dos guris veio com o Cover “Carry On” do Angra, e o vocalista Matheus Motta mandou bem.

 

Pontualmente às 21 horas os branquelos vindos do norte Europeu iniciaram com a nova “Closer to an Animal” seguida de “Life”, também de “Ninth Hour”.

Tony Kakko e sua trupe tem, na humilde opinião deste que vos escreve uma característica que é deixar de lado grandes temas e manter músicas pouco empolgantes nos sets ao longo das turnês. E desta feita infelizmente não foi diferente, pois ótimas musicas interessantes ficaram de fora do set. Claro, opinião cada um tem a sua, mas alguns casos ficaram claros em mais esta passagem da banda por aqui.

 

A terceira da noite foi apresentada pelo tecladista Henrik Klingenberg: “Wolves die Young”, faixa de abertura de “Pariah´s Child”, de 2014. Esta foi seguida de “In Black and White”, do fraco “Unia”, de 2007.

Aí chegou o momento de dar aquele suspiro, pois veio a baladinha “Tallulah”, que (lá vamos nós) poderia ser facilmente substituída por “Misery”, por exemplo. Não que seja uma musica ruim, pelo contrário, mas ao vivo não vinga.

A próxima a ser executada foi a bacana “Fairytale”, uma das melhores do novo álbum. O interessante foi notar que grande parte da plateia, aliás, formada por jovens em sua grande maioria cantava as músicas do novo trabalho.

 

Coincidentemente (ou não), dois grandes momentos do show foram com temas “das antigas”, primeiro com “Fullmoon” do álbum de estreia do grupo: “Ecliptica”, e na sequência “Abandoned, Pleased, Brainwashed, Exploited”, do 3ª (e melhor) disco Winterheart’s Guild, de 2003, trabalho que, aliás, exemplifica perfeitamente o que citamos no início, pois contém ótimos temas que não são executados pela banda.

Depois, outro momento que pode se julgar desnecessário com a insossa “We are what we are”, outra novidade, mas que não justifica a presença no show.

Uma pausa e logo após finalmente o guitarrista Elias Viljanen se “apresentou”, afinal talento ele tem, mas ao vivo a proposta do Sonata (somada à limitação da equipe técnica da banda) digamos, não valorizou esse ponto, com o som da guitarra estando abafado em muitos momentos da apresentação.

Entra tour e sai tour do Sonata e “The Power of One”, está lá no set. Outra musica fraca, esta do segundo trabalho dos caras: o horrível “Silence”. E com esta a primeira parte do show estava concluída.

 

Após breve pausa, antes do bis Tony Kakko fez um discurso agradecendo a moçada presente, aí veio a maneiríssima “Misplaced” (me identifico com a parte que diz “i’m a misplaced mannn”), que foi seguida da engraçada “I Have Right, com seu refrão grudento e a letra no melhor estilo “Direitos Humanos”. O “tchau geral” veio com “Don’t Say a Word”, outra inexplicavelmente intocável dos sets do Sonata, e que fechou aquela noite que poderia ser, mas não foi.

Ah, claro teve sim o hino “Vodka”… Mas fica a pergunta no ar: cadê “The cage” deste final? Os finlandeses devem ter a resposta, porque no palco não foi dada.

Sonata Arctica – Set list

  1. Closer To An Animal
  2. Life
  3. Wolves Die Young
  4. In Black and White
  5. Tallulah
  6. Fairytale
  7. Fullmoon
  8. Among The Shooting Stars
  9. Abandoned, Pleased, Brainwashed, Exploited
  10. We Are What We Are
  11. The Power of One

Bis

  1. Misplaced
  2. I Have a Right
  3. Don´t Say a Word

Midnight Oil: Showzaço pra Esquentar Curitiba

Da Redação / por Eliandro Santana

Numa típica gelada noite Curitibana o público compareceu em excelente número ao Teatro Positivo para conferir a apresentação dos Australianos do MIDNIGHT OIL, e sua “The Great Circle 2017 World Tour”, a primeira turnê do grupo em 15 anos.

 

© Celso Alexandre Kruger

 

Pontualmente no horário previsto das 21h15, o grupo que marcou época nos anos 80, chegou com “King of the Mountain”, do álbum “Blue Sky Mining”, de 1990 um som digamos meio frio para uma abertura. Talvez “Stars of Warburton”, a segunda do set, daria gás necessário, como o fez.

O vocalista Peter Garrett demonstrou estar com o “gogó” afiado, e sua performance bastante excêntrica roubou a cena, além do visual meio Lex Luthor com um misto de estilista e cientista maluco. Arriscando em vários momentos o português, ele anunciou o primeiro grande momento do show, com “Truganini” que fez o público finalmente levantar das poltronas.

O curioso foi que quando do início do show havia muitos lugares vagos, porém com aproximadamente 20 minutos de apresentação o Teatro estava completamente lotado, tendo inclusive inúmeras pessoas em pé.

 

© Celso Alexandre Kruger

 

Novamente em português, Garrett anunciou a música que afirmava que a guerra é “estupída”, e “When the Generals Talk”, veio seguida de “Luritja Way”, com o batera Rob Hirst nos vocais. O detalhe é que ambas foram executadas numa versão semiacústica.

O momento para acender isqueiros (ops, estamos num teatro!), quer dizer de acompanhar com palmas foi na intimista “Arctic World”.

Aos primeiros acordes de “The Dead Heart”, o até ali contido público se animou pra valer. Mas o melhor estava por vir, com o grande hit da noite, que aliás, não poderia ser outro que não “Beds Are Burning”, que fez boa parte dos presentes voltarem no tempo.

 

© Celso Alexandre Kruger

 

A gaita de boca anunciava que “Blue Sky Mine” estava chegando, naquele momento ninguém ficava mais sentado, até porque uma sequência como esta foi pra “extraviar chinelo de dedos”, como dizem os gaúchos.

Após “Forgotten Years”, uma breve pausa para o fechamento, que veio em sequência: “Redneck Wonderland”, “Say Your Prayers” (com Lex, Peter digo, indo pra galera literalmente) e “Dreamworld”.

“Obrigado por esperar todo esse tempo”, assim agradeceu Garrett ao público que certamente foi pra casa extremamente satisfeito com a apresentação. E que a próxima visita do Midnight Oil ao Brasil não leve tanto tempo para acontecer!

 

© Celso Alexandre Kruger

 

 

SET LIST

1.King of the Mountain

2.Stars of Warburton

3.Tone Poem

4.Truganini

5.In the Valley

6.Put Down That Weapon

7.Earth and Sun and Moon

8.When the Generals Talk

9.Luritja Way

10.Power and the Passion

11.Bullroarer

12.Arctic World

13.Warakurna

14.The Dead Heart

15.Beds Are Burning

16.Forgotten Years

17.Blue Sky Mine

Encore:

18.Redneck Wonderland

19.Say Your Prayers

20.Dreamworld

Show: Grave Digger

GRAVE DIGGER – HERMES BAR CURITIBA 28/03/17      

Por Eliandro Santana

A turnê de lançamento de “Healed by Metal”, novo trabalho dos alemães do GRAVE DIGGER passou por Curitiba em show único no Hermes Bar, antigo Music Hall. A casa recebeu melhorias com relação ao antigo nome e hoje reserva um espaço interessante aos frequentadores, a acústica que era um antigo problema também aparenta ter sido melhorada.

 

A responsabilidade de abrir a noite ficou a cargo dos “piás” da banda HELLGUN, um dos grandes nomes da atual cena Curitibana. O quinteto iniciou próximo das 19h45 levantando o público que ainda chegava a casa.

Estavam previstas nove músicas no set, porém apenas seis foram executadas, destaque para a “Wolfman” e, também a presença de palco dos jovens.

Mesmo com o set não tendo sido apresentado na íntegra, o grupo deixou uma ótima impressão e a certeza que têm um futuro promissor pela frente.

Pontualmente às 20h30, teve início a sexta apresentação dos alemães do GRAVE DIGGER por Curitiba. O tecladista Marcus “The Ripper” Kniep, que substituiu o lendário H.P.Katzenburg foi o primeiro a subir ao palco para a tradicional abertura. Em seguida, os veteranos mandaram de saída a faixa título do novo álbum.

A segunda da noite foi a também nova “Lawbreaker”, com destaque para o discreto, mas espetacular guitarrista Axel Ritt, que com riffs e solos matadores roubou a cena em vários momentos.

Depois foi a vez de “Witch Hunter”, do álbum homônimo de 1985, que levantou a galera, o curioso foi notar que muitas pessoas, talvez se baseando no histórico de atrasos em shows na capital paranaense, ainda chegavam ao local neste momento.

O vocalista Chris Boltendahl esbanjava carisma, e em alguns momentos demonstrava descontração até demais, ao ponto de parar “Lionheart” e fazer a banda recomeçar a musica, após Jens Becker dar uma deslizada logo no início, arrancando risos dos músicos e equipe de palco.

A nova “Hallelujah“ deu uma leve esfriada no publico, mas logo em seguida veio um dos pontos altos do show, com “Tattoed Rider”, do álbum “Return of the Reaper”, que remeteu os fãs ao estilo NWOBHM unindo riffs de guitarra com vocais rasgados de Boltendahl.

Pra acender ainda mais o publico, dois temas do clássico “Excalibur”: a maravilhosa “Morgane Le Fay” e a faixa-título do disco de 1998.

Para fechar a primeira parte do show o tema que pode ser considerado um hino das noitadas roqueiras em Curitiba: “Rebellion (The Clans are Marching)”.

Após uma breve pausa e a sensacional e pouco badalada “The Last Supper”, de 2005 veio seguida da nova: “Call for War”.

No bis final “Highland Farewell” e “Heavy Metal Breakdown” fecharam com chave de ouro outra aparição histórica dos “coveiros” em Curitiba.

Em resumo: se tem uma banda que não decepciona seus fãs, ela se chama GRAVE DIGGER!

Setlist

  1. Healed By Metal
  2. Lawbreaker
  3. Witch Hunter
  4. Killing Time
  5. Ballad of a Hangman
  6. Season of the Witch
  7. Lionheart
  8. Tattooed Rider
  9. The Round Table
  10. The Dark of the Sun
  11. Hallelujah
  12. Morgane le Fay
  13. Excalibur
  14. Rebellion (The Clans Are Marching)

Encore:

  1. The Last Supper
  1. Call For War

Bis

  1. Highland Farewell
  1. Heavy Metal Breakdown

Chris Boltendahl – Voz

Axel Ritt – Guitarra

Jens Becker – Baixo

Stefan Arnold – Bateria

Marcus Kniep – Teclados

Entrevista: Fernando Deluqui

Entrevista de Fernando Deluqui para o programa 91 ROCK BRASIL, apresentado por Mauro Mueller.

Foo Fighters Revela os Planos para 2017

Enquanto o Foo Fighters já confirmou uma turnê européia de verão, para 2017, a banda também já revelou que eles estarão se apresentando na Baía da Califórnia. Por enquanto a banda não confirmou exatamente quando será o show, porém, o festival Lands Festival acontece de 11 a 13 de agosto no Golden Gate Park, em San Francisco. O Bottle Rock Festival, em Napa Valley também se encaixam no local. Quem sabe?

O baterista do Foo Fighters, Taylor Hawkins, revelou isso em uma entrevista, na casa de Drake.

“Eu moro no mesmo bairro que Drake, e eu passei em uma de suas festas. Eu fui para a casa e ele estava com toda a segurança, dizendo: “O que você faz por aqui?” Eu disse: “Eu sou o vizinho de Drake, eu nunca o conheci, mas você pode dizer a ele que o baterista da Foo Fighters quer dizer “oi” e veio para a sua festa? “Ele escoltou-me e fez a Mansão Playboy parecer Kiddyland. Drake estava dançando, eu o conheci e ele disse: “Cara, eu tenho visto os Foos desde que eu era criança.” Eu pensei: ‘Oh cara, estou velho!’ “

Falou também sobre vida após a morte.“Eu seria o baterista, é claro. Eu teria Freddie Mercury, o maior cantor de rock’n’roll de todos os tempos. Eu teria Chris Squire [Sim] tocando baixo – ele era o melhor, e seria divertido ter ele ao lado. Então eu teria [David Bowie axeman] Mick Ronson na guitarra. Oh Deus, isso seria incrível. “

Ele também foi perguntado se os fãs do Foo Fighters já transformaram a banda em ícones pop como os Beatles.

“Somente na América do Sul são assim. Mas você se sente muito especial sobre isso. Você tem pessoas batendo nas janelas do carro e você se sente como os The Beatles.

Dio: o vocalista “mais bem treinado”, segundo Rudy Sarzo

O baixista Rudy Sarzo revelou que Ronnie James Dio foi o vocalista mais bem treinado com quem ele já tocou. A declaração foi dada em entrevista ao podcast Cover Your Ears.

“Ronnie foi o vocalista mais bem treinado musicalmente com quem já trabalhei, porque ele começou como um trompetista. Ele queria ser um trompetista profissional no início da década de 60. Então, começou a tocar rock. Mas ele excursionou como trompetista, na caravana de Dick Clarke, com Dionne Warwick e Gene Pitney. Então, se tornou baixista no Elf. Teve Ronnie And The Propets. Mas sempre foi um músico. Só depois se tornou um vocalista”, afirmou Sarzo.

Rudy Sarzo elogiou, também, a habilidade de Ronnie James Dio em escrever letras de músicas. “Ele tinha diploma em letras, então, compor era natural para ele. Quando ele faleceu, ele estava finalizando seu livro de memórias a mão. Nada de computador. Incrível”, disse.

Dan McCafferty: ex-Nazareth poderá lançar terceiro álbum solo

Dan McCafferty, ex-vocalista do Nazareth, aposentou-se dos palcos em 2013 em razão da Doença Obstrutiva Pulmonar Crônica que o acomete há anos. Não abandonou, todavia, as gravações em estúdio. Recentemente, comentou em uma entrevista que está trabalhando com novas músicas que poderão, eventualmente, integrar um álbum solo (ainda sem previsão de data de lançamento):

Até o momento, Dan lançou apenas dois álbuns solo em sua longa carreira: “Dan McCafferty” (1975) e “Into The Ring” (1987).

Dan participa também do recém-lançado “Stay Tuned 1.5”, álbum beneficente cuja arrecadação deverá ser revertida para o Centro Linda McCartney, instituição que trata portadores de câncer. Este álbum conta com a participação de diversos astros da música, dentre eles o próprio Sir Paul McCartney, com uma versão da música Maybe I’m Amazed, escrita em homenagem a Linda e lançada originalmente no álbum McCartney (1970). O teaser de “Stay Tuned 1.5” está disponível abaixo. Neste CD, Dan é um dos intérpretes da faixa “Fading Away”.

Gravação em parceria com Stevie Agnew.

https://vimeo.com/119850588

Trabalho em parceria com o fotógrafo Antonín Kratochvíl e o compositor Karel Marik.

[via Whiplash]

Guns n’ Roses: Nem Tudo Por Dinheiro

Andy Copping, um dos organizadores do Download Festival, disse para o podcast That’s Not Metal que a ausência do Guns N’ Roses no evento não tem nada a ver com dinheiro. Ele admite que eles adorariam que o GNR se apresentasse na edição de 2017, que recentemente anunciou como headliners Aerosmith, System Of A Down e Biffy Clyro, sendo que o GNR tem show marcado para o Olympic Stadium no dia 16 de junho.

“A coisa é muito simples. Conversamos bastante com o Guns N’ Roses, eles tocaram no Coachella e queríamos no Download. Vou ser honesto, e isto pode surpreender muitas pessoas, mas não teve nada a ver com dinheiro o fato de não fecharmos acordo. Para eles é algo tipo ‘queremos fazer nossos próprios shows’. No início dos anos noventa eles vieram três vezes para o Reino Unido e tocaram no Wembley, que é grandioso. Eles queriam novamente o estádio, mas ele já estava reservado, então eu sugeri que eles tentassem o Olympic Park. Assim que eles decidiram fazer seu show individual ao invés de serem headliners do Donington, eles fecharam acordo no novo estádio do Olympic Park, onde Axl inclusive fez uma apresentação memorável à frente do AC/DC. Foi por causa disto, inclusive, que o GNR se interessou bastante pelo local. Eles viram que é um grande estádio onde podem fazer um grande show. Não teve nada a ver com dinheiro”.

[via Alternative Nation, tradução: Erick Pieling]

15 Anos Sem Cássia Eller

“O mundo ficou mais careta depois que Cássia morreu”, lamenta Eugênia Vieira, eterna companheira da cantora carioca, com quem dividiu sua cria, o Chicão, hoje com 18 anos de idade.

Naquele 29 de dezembro de 2001, os pensamentos e focos estavam voltados para o Réveillon que CÁSSIA ELLER faria logo mais, contudo uma complicação cardíaca tirou o sonho de ela de ver seu filho crescer.

A famosa intérprete de “Maladragem”, um de seus maiores hits, tinha dado um tempo nas drogas e no cigarro. A água de coco era seu alento num Rio de Janeiro esvoaçante de calor. Semanas antes, ela vinha sofrendo de falta de ar, deixando transparecer um pouco o cansaço acumulado de shows e mais shows na agenda.

A bem da verdade, na época, jornais de todo o Brasil arriscaram que o motivo da morte de Cássia teria sido overdose. Só que ela havia parado com isso. O laudo pericial do IML apontou parada cardiorrespiratória. Quatro delas. A fonte de Cássia secara.

Com efeito, na infância, a cantora, que se criou no Rio, mas se aventurou por Brasília – onde começou a carreira sentada em banquinhos de bar –, Belo Horizonte, Santarém e São Paulo, teve arritmia cardíaca e febre reumática dos quatro aos 24 anos.

E é justamente a fim de mostrar estes detalhes desconhecidos da maioria dos fãs que o documentarista Paulo Henrique Fontenelle – que já tem no currículo o aclamado “Loki – Arnaldo Baptista”, sobre o fundador d’OS MUTANTES – está aprontando um longa-metragem, resgatando depoimentos emocionados de gente do convívio da cantora, aliados a imagens caseiras pessoais dela. O resultado deve sair ainda em 2012.

Para celebrar esses 10 anos sem Cássia, foram lançados o CD ‘editado’ pelo amigo NANDO REIS, chamado “Relicário – As Canções Que o Nando Fez Pra Cássia Cantar”, com a música inédita “Baby Love”; e a “Caixa Eller”, contendo nove CDs. Além disso, em breve, também deve vir a público um registro ao vivo em DVD de uma apresentação de 2001, apelidado de “A Luz do Solo”, onde a intérprete canta Joni Mitchell e Billie Holliday, afora suas canções arranjadas de sempre. Um livro-CD de autoria de – de novo – Nando Reis, o sempre presente Nando Reis, estará no catálogo ainda esse ano que está por vir.

O álbum pra se conhecer as facetas de Cássia é o “Acústico MTV”, de março de 2001. E que falta isso, as facetas, faz na música brasileira! Ela foi uma das mais bem vistas artistas da década de 1990 e não desmereceu o valor lhe atribuído. Com sua voz rouca, conseguiu vender 1,1 milhão de cópias neste disco, com destaques para, claro, “Maladragem”, na elogiosa “1º de Julho”, nas levadas de “Partido Alto” e “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” e na clássica “Segundo Sol”.

Um registro versátil, impulsivo e ao mesmo tempo comedido, com atitude. MARIA GADÚ, me desculpa, mas deixe dessa coisa de wannabe… Eller é a Cássia. E só ela o é.

[via Whiplash, Rock na Velha]

 

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