A 91 Rock está se aproximando das bandas que estão fazendo sucesso, sejam aquelas que estão no auge como no começo de suas carreiras. Na entrevista de hoje, nossa Jornalista Alessandra Dias conversou com os caras da banda NDK e você confere o material na integra logo abaixo.
No bate-papo, a banda NDK comenta sobre o novo EP, parcerias e planos para 2018. Confere aí:

Várias entrevistas apontam vocês como grande revelação do pop, mas sabemos que a pegada de vocês não se resume só a isso. Se for para destacar um estilo mais predominante qual seria?

Nunca tiramos o olho do rock, nossa vertente maior com certeza é a energia e a atitude que carregamos como NDK.
Nesse último EP, o Impermanência, resolvemos abrir um pouco mais de espaço entre os instrumentos, pra conseguir inserir outros tipos de elementos e até pra flertar com outros estilos que ainda não tínhamos feito antes.
Nos denominamos atualmente como “Rock Alternativo”, se é que é possível se rotular nesse mundo atual.

O EP “Impermanência” tem sido tratado como ponto alto na trajetória de vocês, isso deve-se ao tempo de estrada e as experiências vividas pela banda?

Com certeza o tempo juntos e as vivências influenciam no resultado final do trabalho, mas acredito que o Impermanência esta sendo bem aceito por ser diferente, e por ter experiências tanto musicais, como de vida, alternativas.
Falamos sobre o auto conhecimento, meditação, sobre energia, sobre ciclos. Todos passamos e sentimos isso, mas muitas vezes não sabemos como lidar.

O que o público pode esperar do novo trabalho? Foram realizadas parcerias com outros músicos para a produção/criação deste EP?

O público pode esperar muita verdade, além de um show totalmente novo e cheio de momentos. Trouxemos para o palco novos elementos e novas performances. Só vendo pra entender!
Sobre as parcerias, foram várias. O EP já é diferente, pelo fato de ter cada faixa produzida por um produtor musical diferente (Tomás Magno, Raul Alaune, Rodrigo Castanho que produziu duas faixas e Paulo Vaz do Supercombo).
Algo que é muito comum de acontecer fora do Brasil, por aqui, foi visto como novidade e nos agradou muito. Conseguimos tirar o melhor de cada produtor e no final, ter um trabalho conciso, que conversa entre sim e que faz sentido.
Na faixa “O Necessário”, contamos com o letrista Bozzo Barretti, antigo músico do Capital Inicial, e um dos maiores compositores que nosso país já viu. Já na faixa “Alma”, a parceria na composição foi com o grande nome do reggae nacional Marcelo Mira, da banda “Alma Djem”.

Em que plataformas digitais podemos acessar o trabalho da NDK? Como o público pode acompanhar vocês?

Estamos presentes em todas as plataformas digitais (Spotify, Youtube, Deezer, iTunes e etc) e adoramos nos conectar com o público via internet.
Estão sendo criados fã clubes do NDK pelo Brasil e isso também facilita muito a nossa conexão que as pessoas que se identificam e gostam do nosso trabalho.
Ter público nos shows, é fundamental para que uma banda sobreviva, mas estamos sempre dispostos a conhecer e conversar com o pessoal online.
Na maioria das redes, somos o @ndkoficial , podem chegar junto.

Como estão os planos para 2018?

O ano não poderia começar de uma forma melhor! Agora no primeiro semestre, temos programados 2 videoclipes, além do relançamento do EP Impermanência na versão de REMIX. Cinco DJs Brasileiros, vão refazer as faixas, com elementos da música eletrônica. Uma sonoridade um pouco diferente, mas que tem nos agradado muito.
Fora as ações, estamos viajando e agendando shows, em lugares que ainda não tínhamos passado. Por sinal, Curitiba é um desses lugares. No dia 24 de Fevereiro vai ter rodada dupla na capital Paranaense. Faremos um Pocket Show na FNAC da cidade, além do show especial de lançamento do EP no Basement Cultural, ao lado das bandas Curitibanas “Bellize” e “Perna Leiga”.
Esperamos todos vocês lá.

Capa do EP da banda