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Personalidades do Rock

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AEROSMITH

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De Boston para o mundo

O Aerosmith é uma banda norte-americana, formada na cidade de Boston, em 1970. LEIA MAIS


O Aerosmith é uma banda norte-americana, formada na cidade de Boston, em 1970. Tocando um Hard Rock com fortes influências de blues, o quinteto logo conseguiu assinar um contrato com a Columbia Records, com a qual lançaram seu primeiro disco, Get Your Wings, de 1973. O Aerosmith, apesar de algumas mudanças na formação, atualmente conta com os mesmo músicos do álbum de estréia.


O Aerosmith é a banda de rock americana que mais vendeu discos em toda a história, com mais de 150 milhões de álbuns em todo mundo. Eles também detêm o recorde do maior número de discos de ouro e multi-platina. Um dos maiores reconhecimentos de sua carreira aconteceu em 2001, quando foram eternizados no Rock And Roll Hall Of Fame.


No final dos anos 70, o Aerosmith estava entre as bandas mais populares do mundo, mas problemas com drogas e conflitos internos resultaram na saída dos guitarristas Joe Perry e Brad Whitford. A banda só recuperou seu prestígio em 87, com o disco Permanent Vacation, momento em que se livraram dos vícios. Desde então, o grupo se manteve sempre em evidência.


O mais recente trabalho do Aerosmith é Music From Another Dimension, lançado em novembro último. Este é o primeiro álbum de inéditas da banda desde Just Push Play, de 2001. Para celebrar o lançamento do disco, eles se apresentaram em sua cidade natal, Boston, na frente do prédio em que moravam quando fundaram o grupo.


Um dos trabalhos mais inspirados do Aerosmith é o disco Pump, de 1989, que fez a banda entrar na década de 90 com força total, no que viria a ser o auge de sua carreira. Este álbum teve 3 músicas no Top 10 Americano, chegando à marca de 9 milhões de discos vendidos. O seguinte, Get A Grip, vendeu ainda mais, 12 milhões de cópias. Nesta época, o Aerosmith fez suas primeiras apresentações no Brasil, em São Paulo e Rio De Janeiro.


Com o álbum de 1987 Permanent Vacation, e o de 89, Pump, o Aerosmith surpreendeu a industria fonográfica e se reafirmaram na elite do rock n roll com seus singles Love in an Elevator, e Janes Got a Gun sucessos marcantes ate 93.

Com o lançamento de Get a Grip carregado de hits como “Livin on The Edge”, “Cryin” e “Amazing”, a banda tocou exaustivamente nas rádios e na Mtv.


O ano de 1998 foi conturbado para a banda Aerosmith, Steven Tyler vocalista do grupo rompeu seus ligamentos durante um show no Alasca, e Joey Kramer acidentalmente viu sua Ferrari explodir em um posto de gasolina, causando queimaduras de terceiro grau por todo o corpo e forçando a banda a cancelar a turnê.

Mas nem isso foi o bastante para parar o fenômeno do hardrock, que no mesmo ano gravou 4 das 14 musicas da trilha sonora de Armageddon, levando-os novamente para o topo das paradas com o hit “I Don´t Want To Miss A Thing”.

Os membros do Aerosmith, no início da carreira, antes do primeiro disco, moravam num apartamento juntos. A sala era o quarto do baixista Tom, e era onde ficava o piano. Ele conta que todos os dias acordava com “Uma estranha música em Fá que Steven insistia em tocar” e sobre a qual este dizia “Essa música ainda vai ser um sucesso” . A música era Dream On, sucesso arrebatador que ate hoje encabeça as paradas do rock.


Discografia


Álbuns de estúdio:


Aerosmith (1973)

Get Your Wings (1974)

Toys in the Attic (1975)

Rocks (1976)

Draw the Line (1977)

Night in the Ruts (1979)

Rock in a Hard Place (1982)

Done with Mirrors (1985)

Permanent Vacation (1987)

Pump (1989)

Get a Grip (1993)

Nine Lives (1997)

Just Push Play (2001)

Honkin´on Bobo (2004)

Music from Another Dimension! (2012)

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BAD COMPANY

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Em boa companhia

A banda inglesa Bad Company foi fundada em 1973, por ex-integrantes de bandas como Mott The Hopple, Free e King Crimson. LEIA MAIS


A banda inglesa Bad Company foi fundada em 1973, por ex-integrantes de bandas como Mott The Hopple, Free e King Crimson. Durante a década, o grupo lançou 5 álbuns, que conseguiram boas posições nas paradas de sucesso. Em 82, chegou as lojas Rough Diamond, o último registro do vocalista Paul Rodgers com o grupo. Após alguns anos parado, o Bad Company voltou a ativa em 1986, com o ex-vocalista de Ted Nugent, Brian Howe.


Mesmo com vendas as vendas razoáveis do disco Rough Diamond, o Bad Company encerrou suas atividades em 1983. Três anos mais tarde, a banda retornou com dois membros originais, o guitarrista Mick Ralphs e o baterista Simon Kirke. Para os vocais, foi contratado Brian Howe, e para os teclados, Gregg Dechert, que teve curta passagem pelo Uriah Heep. Com esta formação, o grupo colocou no mercado o álbum Fame And Fortune, em 1986.


O Bad Company voltou a ativa na metade da década de 80, com o cantor Brian Howe, que gravou quatro discos com a banda, até sua saída em 1994. Para o seu lugar, veio Robert Hart, que ficou pouco tempo, e registrou apenas o álbum Company Of Strangers. No final da década de 90, o grupo reuniu sua formação original para uma série de shows e para gravar algumas músicas novas para uma coletânea. Mas pouco tempo depois, Boz Burrel deixou o Bad Company definitivamente. O baixista morreu em 2006, vítima de um ataque cardíaco.


O Bad Company atualmente conta com três integrantes da formação clássica, com exceção do baixista Boz Burrel, morto em 2006. O cantor Paul Rodgers voltou ao grupo em 2008, mesmo ano em que gravou o disco The Cosmos Rocks, ao lado dos membros remanescentes do Queen. Ao lado deles, o cantor também fez uma turnê mundial. Outra empreitada de Rodgers fora do Bad Company foram os discos que gravou ao lado do guitarrista Jimmy Page, do Led Zeppelin, com a banda The Firm. 


O Bad Company tem como último álbum de estúdio Stories Told And Untold, registrado com o ex-vocalista Robert Hart, em 1996. O trabalho conta com 7 músicas inéditas e 7 clássicos regravados, e não foi bem recepcionado pelo público e pela crítica. Desde então, a banda vem focando nos shows, e lançou neste período cinco álbuns ao vivo, sendo o último, Live At Wembley, gravado em 2010 e lançado dois anos mais tarde.

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ALICE COOPER

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O rei do Rock teatral

Conhecido por suas apresentações ao vivo, freqüentemente teatrais e violentas... LEIA MAIS


 


Alice Cooper, nome artístico de Vincent Damon Furnier (Detroit, 4 de fevereiro de 1948), é um cantor e compositor de Rock. Ele é mais conhecido por suas apresentações ao vivo, freqüentemente teatrais e violentas, cheias de maquiagem, cadeiras elétricas, forcas, guilhotinas, cabeças decapitadas artificias e sangue falso. O humor, freqüentemente, faz parte de seus trabalhos e entrevistas.


Nascido na cidade de Detroit, em 1948, Vincent Furnier formou suas primeiras bandas na década de 60. Apesar de terem sido muitas, apenas a Nazz obteve alguma repercussão, chegando a realizar algumas gravações.


Finalmente, em 1969, montou o Alice Cooper junto com Mike Bruce e Glen Buxton (guitarras), Dennis Dunaway (baixo) e Neil Smith (bateria). O primeiro álbum “Pretties For You” foi lançado, porém, não muito bem sucedido.


A carreira do grupo começou a decolar quando o produtor Bob Ezrin aconselhou o vocalista a fazer, além de cantar, performances diabólicas nas apresentações, abusando dos efeitos de horror, cobras, sangue e cenas teatrais. Com o disco “Easy Action”, de 1970, chamaram a atenção da mídia e das gravadoras, conseguindo um contrato com a Warner Brothers.


O sucesso definitivo chegou com os clássicos “Love It to Death” (1971) e “School´s Out” (1972), seguidos por “Billion Dollar Babies” (1973), quando atingiram o topo das paradas de todo o mundo. Ao mesmo tempo em que conheciam a fama, os integrantes da banda se viam numa difícil situação: o abuso de drogas e álcool por parte de Vincent estava cada vez mais freqüente. Decidem, portanto, seguir com a banda sem ele, mudando o nome do grupo para Billion Dollar Babies, mas acabaram não se mantendo no cenário musical.


Vincent então adota o nome Alice Cooper, anteriormente da banda, para si próprio, e passa a seguir em carreira solo. Gravou “Welcome to My Nightmare”, em 1975. Esse disco foi muito bem recebido e o Hard Rock praticado pelo vocalista somado ao espetáculo teatral em que haviam se transformado suas apresentações faziam cada vez mais sucesso.


Mas nem todos os álbuns foram tão bem assim. Não por falta de criatividade ou de capacidade de Alice, e sim por causa do vício que prejudicava a sua vida e consequentemente o seu trabalho.


Apesar de ter se internado em algumas clínicas de recuperação, sua fama era mantida pelos shows, sempre lotados, já que os álbuns continuavam fracos e sem o mesmo pique do início. Somente em 1989, com “Trash”, e em 1991, com “Hey Stoopid”, é que Alice voltou a figurar nas paradas e a fazer algum sucesso com material inédito, emplacando alguns hits nas rádios e na MTV.


Em 2000, o álbum “Brutal Planet”, um dos mais pesados de toda a sua carreira, também foi muito bem recebido, sendo seguido por uma extensa turnê com praticamente todos os shows lotados.


No ano seguinte, veio “Dragontown”, uma espécie de continuação do álbum anterior, com letras sarcásticas e o som mais arrastado. Um pouco mais devagar, é verdade, mas sem nunca deixar de soar pesado, como só Alice Cooper sabe fazer. A bateria mais uma vez ficou por conta do competente Eric Singer, consagrado por ter tocado em diversas bandas, principalmente no Kiss.


Em 2003, o cantor estava de volta com seu mais recente trabalho, o disco “The Eyes of Alice Cooper”, reunindo 13 faixas e letras sarcásticas.


De volta aos estúdios em 2005, Alice Cooper lançou em agosto o álbum “Dirty Diamonds”, pela New West Records. Um ano depois o cantor estava de volta às prateleiras com o material ao vivo “Alice Cooper Box – Collector’s Edition”, reunindo registros ao vivo das turnês “Welcome to My Nightmare” de 1970 e “Brutally Live” de 2000.

Discografia:


Lançados com a banda

Pretties for You (1969) 

Easy Action (1970) 

Love It to Death (1971) 

Killer (1971) 

School´s Out (1972) 

Billion Dollar Babies (1973) 

Muscle of Love (1973)


Carreira solo

Welcome to My Nightmare (1975) 

Alice Cooper Goes to Hell (1976) 

Lace and Whiskey (1977) 

From the Inside (1978) 

Flush the Fashion (1980) 

Special Forces (1981) 

Zipper Catches Skin (1982) 

DaDa (1983) 

Constrictor (1986) 

Raise Your Fist and Yell (1987) 

Trash (1989) 

Hey Stoopid (1991) 

The Last Temptation (1994) 

Brutal Planet (2000) 

Dragontown (2001) 

The Eyes of Alice Cooper (2003) 

Dirty Diamonds (2005) 

Along Came a Spider (2008) 

Welcome 2 My Nightmare (2011)


Álbuns ao vivo e DVDs

Good to See You Again, Alice Cooper (1974) 

The Nightmare (1975) 

Welcome to My Nightmare (1975) 

The Alice Cooper Show (1977) 

Alice Cooper and Friends (1977) 

The Strange Case of Alice Cooper (1979) 

The Nightmare Returns (1986) 

Trashes the World (1989) 

A Fistful of Alice (1997) 

Brutally Live (2000) 

Live at Montreux 2005 (2006) 

Theatre of Death: Live at Hammersmith 2009 (2010)

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BLACK SABBATH

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Os criadores do Heavy Metal

O Black Sabbath é uma banda formada em 1968, na cidade de Birmingham, no Reino Unido... LEIA MAIS


O Black Sabbath é uma banda formada em 1968, na cidade de Birmingham, no Reino Unido. Sua formação original era composta por Ozzy Osbourne, Tony Iommy, Geezer Butler e Bill Ward. O grupo começou a carreira com o nome Earth, mas pouco tempo depois mudou para Black Sabbath, e em 1970, lançou seu primeiro disco, de mesmo nome.


O primeiro disco do Black Sabbath, que leva o nome da banda, foi um grande sucesso, chegando ao 8º lugar nas paradas britânicas. O principal responsável foi à atmosfera macabra das músicas, e até hoje o trabalho é considerado o precursor do estilo Heavy Metal, devido a seus riffs pesados de guitarra. Ainda em 1970, a banda lançou outro clássico, o álbum Paranoid.


O Black Sabbath anunciou em 2011 que voltaria com sua formação original para gravar um novo disco. Após alguns desentendimentos, o baterista Bill Ward abandonou o grupo, sendo substituido por Tommy Clufetos nos shows. O álbum, chamado 13, será lançado no mês de Junho, e é o primeiro do Black Sabbath com o vocalista Ozzy Osbourne desde Never Say Die, de 1978.


Devido aos problemas cada vez maiores com drogas de Ozzy Osbourne, o Black Sabbath demitiu o vocalista em 1979, chamando o ex-Rainbow Ronnie James Dio para seu lugar. Com ele, a banda lançou “Heaven And Hell”, que foi um grande sucesso e manteve a banda em alta. No decorrer da década de 80, o grupo foi perdendo o prestígio com a grande troca de vocalistas. O problema do Black Sabbath foi resolvido apenas em 1991, quando Dio voltou a banda.


O Black Sabbath lançou em 1983 o disco Born Again, registrado pelo vocalista Ian Gillan, que se juntou a banda após uma noite de bebedeira com o guitarrista Tony Iommi. Após a turnê, onde ele apresentou alguns problemas com sua voz, Gillan saiu do Black Sabbath para voltar a sua ex-banda, o Deep Purple.


Discos de estúdio


1970 – Black Sabbath 

1970 – Paranoid 

1971 – Master of Reality 

1972 – Black Sabbath, Vol. 4 

1973 – Sabbath Bloody Sabbath 

1975 – Sabotage 

1976 – Technical Ecstasy 

1978 – Never Say Die! 

1980 – Heaven and Hell 

1981 – Mob Rules 

1983 – Born Again 

1986 – Seventh Star 

1987 – The Eternal Idol 

1989 – Headless Cross 

1990 – Tyr 

1992 – Dehumanizer 

1994 – Cross Purposes 

1995 – Forbidden 

2013 – 13

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AC/DC

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Rock Canguru

Da Austrália para o mundo. Uma das melhores bandas de todos os tempos. LEIA MAIS


Uma das melhores bandas de todos os tempos – AC/DC. Talvez por isso esteja em atividade até hoje. É impossível não reconhecer suas guitarras, riffs e solos alucinantes dos irmãos Angus e Malcon Young, e é claro, o vocal “roco” de Brain Johnson, que se encaixou perfeitamente após a morte de Bon Scott. Vamos ao ponto de partida.


Austrália, ano de 1973. Os irmãos Young chamaram o amigo vocalista Deve Evans para gravação de um single intitulado “Can I Sit Next Ti You”. Ao lançarem o single passaram dois anos fazendo pequenos shows. Na época, Angus tinha 15 anos. Só uma pequena curiosidade: muitas vezes ele saía da escola e ia direto pra o ensaio. Por sugestão de sua irmã ele usava seu uniforme de colégio nas apresentações da banda, o que mais tarde viria a ser a marca registrada do AC/DC. Em 1975 ganham sua formação clássica: os irmãos Young, Mark Evans, Phill Rudd e Bon Scott até então motorista da banda.


“High Voltage”, o primeiro álbum, é lançado e chama a atenção do público. Assim a banda do país dos cangurus, vai para estrada ganhar o mundo e mostrar a que vieram. Seus shows são fortemente impactantes e performáticos. Com o trabalho seguinte, “Dirty Deeds Done Dirt Cheap” (1976) – (que depois seria relançado mundialmente) – a banda se fortaleceu no cenário Australiano e começou a criar seu espaço também na Europa e EUA. Em 1978 é lançado “Let There Be Rock” que logo chega as paradas americanas. Com o sucesso do AC/DC na América, uma turnê pelo país é agendada e a primeira mudança na formação acontece.


Mark Evans sai para entrada de Cliff William. No ano de 1978 “Powerage” chega ao mercado musical e, assim como os trabalhos anteriores, é bem aceito pelo público fiel. Ao mesmo tempo chegam “Jailbreaker” e o álbum ao vivo, “If You Want Blood… You ´Ve Got It”, que não alcança o sucesso do álbum seguinte “Highway To Hell” (1979), que rendeu ao grupo vários discos de ouro. Ainda em comemoração com a repercussão, o AC/DC e fãs são surpreendidos com a trágica notícia de que Ronald Belford Scott, ou simplesmente Bon Scott, foi encontrado morto dentro de um carro estacionado em Dulwich (Londres), na noite de 20 de fevereiro de 1980, sufocado por seu próprio vômito. Foi uma tragédia que chocou a banda, fãs e a mídia de todo o mundo. Scott, além de vocalista insuperável para o AC/DC, tinha o encanto, carisma e a energia de um frontman ligado a banda e ao público. Suas letras e estilos foram e serão únicos. Apesar da dor pela perda de um grande amigo eles deram continuidade… Em grande estilo prestam uma homenagem ao parceiro morto e no mesmo ano recrutam seu novo frontman – Brain Johnson que mal chega e já entra em estúdio para gravar “Back In Black”. O disco leva o AC/DC ao topo da parada Inglesa e ao terceiro lugar da parada Americana. Tudo isso graças ao single, You Shock Me All Night Long”.


No ano seguinte outro maravilhoso disco estoura em vendas: “For Those About To Rock – We Salute You” (1982). Phill Rudd entrega as baquetas para Simon Wright. “Flick of the Switch” (1983) é lançado e para alguns críticos o AC/DC se encontrava em uma fase mais pacata, com poucas procuras (mídia e público). Simon Wright deixa a banda para tocar com Dio. Em seu lugar entra Chris Slade e mais um tiro de canhão é dado e são lançados em 1985 “Fly the Wall”, em (86) “Who Made Who” (coletânea com duas músicas inéditas instrumentais), no ano de 1987 “Blow Up Your”, e no início da década de noventa (1990) “The Razor´s”. Já em (92) é laçado o tão esperado pelos fãs e a mídia, o primeiro trabalho ao vivo oficial com “Brain Johnson” – AC/DC Live. “Balbreaker” chega no ano de 1995 concorrendo ao “Grammy” de melhor disco de metal do ano, com PHILL Rudd de volta as baquetas. Não demora e uma turnê é agendada pela segunda vez na América do Sul, incluindo o Brasil. E no inesquecível, sábado, dia 12 de outubro de 1996, lá estávamos eu e alguns amigos, deslumbrados, com nossos 15 a 20 anos, indo ao show insuperável de uma das melhores bandas de todos os tempos. Cheguei dentro do estádio do Pacaembu e fiquei desvirtuado, maravilhado ao ver este clássico, essa é minha definição ao mundo Rock´n Roll. O ponta pé inicial foi dado pelo Angra que fez abertura do show. Logo em seguida começou o suspense, já que aquela turnê foi movida de efeitos especiais. No telão, clipes com a dupla “Beavis and Butthead”. De repente, ruídos, uma bola de ferro destrói o cenário ao fundo. O riff é “Back In Black” passando por “Shot Down In Flame”, “Thunderstruck”, “Girl Got Rhytm”, Hard As A Rock”…, Ufa! A essa altura estava todo mundo hipnotizado e alucinado com o show, quando Angus ensaiava um “strip – tease” e na hora de abaixar as calças vira de costas e aparece uma cueca com as letras “AC/DC” nas nádegas! Foi clássico atrás de clássico. “Hells Bells”, “The Jack” , “Dirty Deeds … “, e por fim “For Those About To Rock (para quem foi a esse show – nós te saudamos)”. Agora vamos para o ano de 1997 onde eles tiveram o trabalho de selecionar as faixas da caixa “Bon Fire”. O século passado fica pra trás e em 2000 lançam “Stiff Upper Lip”, que apesar de não obter o mesmo sucesso comercial alcançado na década de 70 e 80, mostra que eles continuam sendo uma das bandas mais influentes e respeitadas do rock, conquistando várias gerações em todo o mundo. Vale lembrar que o vocal Brain Johnson produziu o ano de 2004 um musical chamado “Helena de Tróia” que apresenta como personagem principal a vocalista do “Cramberries”, Dolores O´ Riordan. (o mesmo teve seu lançamento em DVD no primeiro semestre em 2005). Em 2004 também ganharam um prêmio de relacionamento pelo talento da Associação da Industria Fonográfica do EUA pelo disco “Back In Black”. Enquanto isso moradores de Leganes (Espanha), descem literalmente ao que poderíamos chamar de “estrada para o inferno”. O prefeito da cidade faz justa homenagem dando nome oficial a uma rua de: AC/DC.


No início do segundo semestre de 2005 lançam o DVD duplo “Family Jewels” que nos surpreende mostrando a trajetória da banda na fase “Bon Scott”, e é claro, Brain Johnson. A complicação traz momentos inéditos, algumas raridades, como imagens de um programa de TV dez dias antes da morte de Scott. A segunda metade do DVD traz o grupo e um novo vocalista “Brain Johnson” reunindo clipes como “You Shook Me All Night Long” em sua nova versão. Ah! Não acabou não! Em 2007, o AC/DC pode nos presentear com mais um álbum de estúdio.

 


Discografia: 


High Voltage Albert Productions – 1975

T.N.T. Albert Productions – 1975

High Voltage – 1976

Dirty Deeds Done Dirt Cheap – 1976

Let There Be Rock – 1977

Powerage – 1978

Highway to Hell – 1979

Back in Black – 1980

For Those About to Rock We Salute You – 1981 

Flick of the Switch – 1983

Fly on the Wall – 1985 

Who Made Who – 1986

Blow Up Your Video – 1987 

The Razors Edge – 1990

Ballbreaker – 1995

Stiff Upper Lip – 2000

Black Ice – 2008

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BILLY IDOL

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A primeira estrela do Punk

Começou sua carreira na década de 70, quando formou o Chelsea... LEIA MAIS


O cantor Billy Idol, cujo nome completo é William Albert Michael Broad, começou sua carreira na década de 70, quando formou o Chelsea. A banda também contava com Tony James, que depois tocou em importantes grupos como o Sigue Sigue Sputinik e o Sisters Of Mercy. Os dois formaram o Generation X, que fez sucesso na Inglaterra em 79, mas teve vida curta. Logo depois, o cantor começou sua carreira solo, e lançou em 1982 o disco que leva seu nome, Billy Idol.


A carreira solo de Billy Idol foi marcada com sua parceria com o guitarrista Steve Stevens, que logo no primeiro disco rendeu o clássico Dancing With Myself. O segundo álbum, Rebel Yell, estourou com a faixa título, além da balada “Eyes Without a Face”, cujo clipe recebeu duas indicações ao MTV Video Music Awards. Seis das nove músicas do disco foram lançadas como singles, e o trabalho chegou ao 6º lugar das paradas americanas.


Após o grande sucesso na década de 80, o cantor Billy Idol finalmente veio ao Brasil em 1991, como uma das atrações do Rock In Rio 2, que aconteceu no Maracanã. Ele se apresentou dia 19 de Janeiro, e no dia seguinte repetiu a dose, pois foi escalado de última hora para substituir o ex-Led Zeppelin Robert Plant, que cancelou sua presença por causa da guerra do Golfo. Dois anos depois, chegou as lojas Cyberpunk, o último trabalho de Billy Idol na década.


Após 12 anos sem gravar, Billy Idol lançou em 2005 o disco Devil’s Playground, novamente com o guitarrista Steve Stevens. Também participou das gravações o baterista Brian Tichy, que já havia tocado com Ozzy Osbourne. No ano seguinte, o cantor registra “Happy Holidays”, um disco com releituras de músicas natalinas, além de algumas composições inéditas. Após soltar uma coleânea em 2008, Billy Idol saiu em turnê com o grupo de Hard Rock Def Leppard.


Além da coletânea Idolize Yourself, que vinha com as inéditas “John Wayne” and “New Future Weapon”, o mais recente disco de Billy Idol é o ao vivo In Super Overdrive Live, gravado em um show realizado nos Estados Unidos em 2009, para o programa televisivo Soundstage. Atualmente, o cantor está em estúdio trabalhando em um novo disco junto ao produtor Trevor Horn e ao tecladista do Yes, Geoff Downes.

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ALICE IN CHAINS

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Explodindo o Grunge

A história da banda começa quando o vocalista Layne Staley convida o guitarrista Jerry Cantrell para entrar em sua banda LEIA MAIS




Alice in Chains é uma banda americana formada em 1987 em Seattle. A banda é considerada uma das principais representantes do movimento Grunge, nascido no início da década de 90, ao lado de Nirvana, Soundgarden e Pearl Jam.


A história da banda começa quando o vocalista Layne Staley convida o guitarrista Jerry Cantrell para entrar em sua banda, na época intitulada Alice N´ Chains. Jerry não só aceitou o convite como trouxe junto com ele mais dois integrantes, o baixista Mike Starr e o baterista Sean Kinney. Além disso, Jerry mudou o nome para Alice In Chains.


Como todo início de carreira a banda começou a se apresentar em bares e pequenos clubes da cidade, até que, em 1989, assinam contrato com a Columbia Records. O primeiro trabalho lançado pela gravadora foi um EP com apenas 3 músicas intitulado “We Die Young”.


Em 1990, eles lançam seu álbum de estréia, “Facelift”, com o hit “Man in the Box”. Impulsionado por esse hit o álbum foi um verdadeiro fenômeno de vendas, o que abriu caminho para o Alice In Chains no mundo da música.


Em 1991, sai o segundo single “SAP”, com participações especiais de Chris Cornell (Soundgarden) e de Mark Arm (Mudhoney).


O segundo álbum, “Dirt”, chegou às lojas em 1992. Para a divulgação desse álbum, saíram em turnê com Ozzy Osbourne com passagem pelo Brasil no Hollywood Rock. Na volta da turnê, o baixista Mike Starr dá lugar a Mike Inez, ex-Madman. Já com o novo integrante, a banda participa da trilha sonora do filme “Last Action Hero” com a faixa “What the Hell Have I” e gravam mais um EP intitulado “Jar of the Flies”, que chegou ao 1º lugar da Billboard.


Em 1995, sai o terceiro álbum da banda, “Alice in Chains”, com destaques para os hits “Grind”, “Heaven Beside You” e “Again”. Mesmo atingindo o topo da parada americana, a banda decide não saiu para turnê.


Em 1996, depois de gravarem o acústico “Unplugged” na MTV a banda começa a enfrentar alguns problemas com o vocalista Layne Staley, que abusava das drogas e acabava se desentendendo com os outros integrantes da banda. Com isso, Jerry Cantrell passa a se dedicar a projetos paralelos como a gravação de álbuns solo e o Alice in Chains não lança mais nenhum material inédito.


Em 1999, a banda lança a coletânea “Nothing Safe: The Best of the Box”, que traz uma mistura de versões ao vivo, acústicas e demo, além da inédita “Get Born Again”. Ainda em 1999, a coletânea “Musik Bank” chega às lojas com uma edição especial de 4 CD´s. O segundo CD ao vivo da banda chega em 2000. Intitulado “Live”,o disco traz as clássicas “Man in the Box”, “Angry Chair”, “Dirt”, entre outras.


Em 2001, é lançada a coletânea “Greatest Hits” e no ano seguinte o vocalista Layne Staley é encontrado morto em sua casa, fazendo os fãs perderem as esperanças de ouvir algum material inédito do Alice in Chains.


 


Discografia:


Álbuns de estúdio:

Facelift (1997)

Dirt (2000)

Alice in Chains (1997)

Black Gives Way to Blue (2010)


EPs:

Sap (1994)

Jar of Flies (1995)


Álbuns ao vivo:

Unplugged (1996)

Live (2000)


Compilações:

Nothing Safe: Best of the Box (2007)

Greatest Hits (2005)



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THE BEATLES

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A explosão do POP-ROCK

O Beatles foi uma banda de rock britânica, formada em Liverpool em 1960... LEIA MAIS



 


O Beatles foi uma banda de rock britânica, formada em Liverpool em 1960. É o grupo musical mais bem-sucedido da história da música. Entre 1963 e 1970, o quarteto formado por John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Star lançou 13 trabalhos de estúdio, e estima-se que as vendas de seus discos tenha ultrapassado 1 bilhão de cópias.


O Beatles conseguiu atingir o estrelato a partir do lançamento do single Love Me Do, em 1963. Durante 3 anos, eles fizeram muitos shows, e em 66, focaram seus trabalhos no estúdio, o que aconteceu até o fim da carreira do quarteto, 4 anos depois. Durante este período, eles gravaram discos clássicos como Yellow Submarine e Let It Be.


Com o fim do Beatles, seus integrantes seguiram carreira solo, com destaque para Paul McCartney, que se manteve em alta com o grupo Wings, que liderava junto a sua esposa, Linda. John Lenon trabalhou com Yoko Ono durante a primeira metade da década de 70. 5 anos depois, lançou o disco Double Fantasy, em novembro, 1 mês antes de ser assassinado.


Atualmente apenas dois membros do Betales estão vivos: Paul McCartney e Ringo Star, que seguem gravando e fazendo turnês até os dias atuais, com visitas constantes ao Brasil. John Lennon foi assassinado no final de 1980 em Nova York, e George Harrison morreu em 2001, mais de 10 anos após ser diagnosticado com um câncer no pulmão.


A última apresentação da história do Beatles aconteceu em 1969, alguns meses antes do lançamento de Abbey Road, que chegou as lojas em setembro daquele ano. O concerto de 40 minutos, realizado no topo do prédio da Apple Corps, em Londres, foi interrompido devido a intervenção policial. Já com diversos conflitos internos, a banda resolveu encerrar suas atividades, mas não sem antes lançar um último trabalho de estúdio, Let It Be.